Nascido no ano de 1962, o escritor, produtor, roteirista e reclamão Diogo Briso Mainardi tem feito sucesso a muitos anos com suas idéias progressivas, democráticas e coerentes.
A primeira frase que proferiu em sua vida não chegou a ser gravada, mas referia-se a temperatura ideal de sua mamadeira, cuja babá, aquela incapaz, nunca conseguia atingir.
Morou em Veneza dos 4 aos 18 anos onde cresceu sozinho. Seus pais nao o aturavam e seus vizinhos e coleguinhas de escola aprenderam a nadar muito cedo, porque se jogavam nos canais mais próximos sempre que ele se aproximava. Foi nessa época que comecou a se aprofundar na arte de reclamar.
Embora não existam provas, acredita-se até hoje que o afundamento paulatino desta parte do mundo deve-se a vergonha da cidade por ter feito parte da formação do caráter deste livre pensador.
Frequentou em 1981 a conceituada London School of Economics, onde até hoje é considerado um mito por ter sido o unico aluno a lá ficar por um ano inteiro e não ter sido aprovado em nenhuma matéria. Boatos não confirmados de que teria vivido um tórrido caso de amor durante este periodo.
Além disso, conseguiu seu ingresso a base de uma força mística desconhecida, uma vez que suas credencias estundantis não seriam suficientes sequer para considerar o seu ensino médio já completo na Inglaterra.
Foi nessa época que conheceu Ivan Lessa, o que lhe garante hoje um salário, porque é incapaz de proferir qualquer discurso, entrevista ou escrever qualquer texto sem mencioná-lo ao menos uma vez. Ivan Lessa, aliás, é o unico objeto conhecido de qualquer elogio proferido por Diogo. Quando Ivan saiu de Londres, Diguinho chorou por 3 dias e 3 noites, escreveu um poema, tomou um porre, conversou horas com suas melhores amigas pelo telefone, deu o caso por encerrado, cortou o cabelo e partiu pra outra.
Mudou-se então para a Italia onde se casou em tempo recorde, conseguindo assim uma cidadania européia que tanto lhe fazia falta. O casamento dura até hoje e, segundo sua esposa, o sucesso da união deve-se a compreensao, carinho, respeito, sua surdez profunda de nascença e camas separadas. Alias, casas separadas.
Teve com sua esposa um filho que, em decorrencia de problemas no parto, poderia ter apresentado uma paralisia cerebral. Os médicos não afirmam nada, porque o silencio do menino tambem pode ser apenas para não precisar responder ao que o pai fala.
Com o advento dos softwares de mensagem instantaneas, passou a ser usuário ferrenho do msn, só para poder bloquear todos os seus contatos. Tem perfil no orkut, o seu próprio e diversos que são falsos. É muito fácil reconhecer qual o verdadeiro: é aquele que não tem amigos.
É o único caso conhecido de homem com TPM, razão de ser objeto de tanta atencao da mídia.
Em 1990 ganhou o Premio Jabuti de Literatura por sua obra Malthus onde descasca com acidez e ironia este povinho do qual se envergonha de fazer parte e que - por acaso - foi o mesmo a lhe dar o premio. Em Polígono das Secas, Briso faz uma crítica feroz a cultura nordestina e, consequentemente, a toda a literatura aí baseada. Não explica, em nenhuma das duas obras, o que continua fazendo neste país que tanto odeia.
Acredita que todos so escritores brasileiros, a exceção de Olavo de Carvalo e Ivan Lessa, deveriam ir cavar as trincheiras que esquerda festiva usará em sua guerra contra o bom senso.
No seu último Livro, “Lula é minha Anta” , Mamá numa total demonstração de cidadania e acato a ordem pública, destila todas as suas embasadas opiniões sobre o presidente da república -sempre com todo respeito que cabe ao homem que - independente da corrente de pensamento pessoal de cada um - foi eleito por voto direto para o cargo que ocupa. Isso não é nada pessoal porque, qualquer que fosse o presidente, as opiniões seriam as mesmas.
Crítico ferrenho do Presidente Lula, que diz não merecer o cargo por não ter sequer um curso universitário, Mainardi aprendeu, ao longo dos únicos 10 meses em que frequentou uma faculdade, que o estudo superior é a base para qualquer profissão bem sucedida.
A mais conhecida de suas atividades atuais é coluna que escreve para a imparcial Revista Óia. Assume-se como ateu e cético, e afirma isso onde quer que lhe questionem, incluindo a entrada de um centro de umbanda da periferia de Sao Paulo, onde foi fotografado em meados dos anos 90.
Além disso, encabeça uma campanha de grande porte para fechar todas as faculdades de geografia do Brasil, de onde, acredita ele, só saem hippies sujos com ideais comunistas preparados para infectar nossas crianças com ideologias ultrapassadas e vermelhas.
É um dos únicos homems públicos conhecidos capaz de falar mal de 35 assuntos diferentes - com histórico, opinão e previsões futuras - em apenas duas laudas, com espaço duplo, em arial 12.
Não é preconceituoso, sendo capaz de criticar negativamente qualquer pessoa, assunto ou notícia, indepentende de religiao, raça, credo ou filosofia política.
Como escritor, só tem dois conselhos a dar para aqueles que querem seguir carreira:
1 - Não escreva
2 - Se realmente tiver que escrever, trate o resto da humanidade a tapas e pontapés.
A maior caracteristicas de todos os seus textos é que eles sempre, sempre, terminam do nada. Sem fecho. Entende?
ps - grande parte das informacoes eu tirei da desciclopedia
ps 2 - Foi recentemente promovido a categoria de réu confesso de crime hediondo, aos proferir as palavras “Meu crime é ser lido”. Se condenado, Bribri não deverá ter direito a prisão especial, por não ter curso superior.