Segue uma lista de pessoas que tive o orgulho de, ahn .. encontrar (?) ao longo da minha vida adulta enquanto mulher heterossexual do sexo feminino. Todos os apelidos eram comumente utilizados com minhas amigas, e nenhum deles fui eu que inventei.:
- O Pochete: Recebeu esta alcunha porque no nosso primeiro encontro (QUE NÃO OCORREU NOS ANOS 80) ele estava de, ahn .. pochete… Ele estava usando pochete … de couro, daquelas compradas nos camelôs da alfândega, so que de couro legitimo… Foi a pessoa mais homofóbica que eu já conheci, o que tornou nossa relação impossível. Criava peixes em casa e um dia me disse que eles simpatizavam com as visitas porque sempre vinham pro lado do aquário onde as pessoas paravam. Mas não simpatizavam com ele, sempre fugiam, Se eu queria ver? Claro. Ele deu dois petelecos tão fortes na parede do aquário que quase que eu fugi tambem. Senti pena dos peixes, que imediatamente fugiram pro outro lado. Ate hoje ele deve se perguntar porque os peixes o odeiam.
- O Doutor Cu: Não, esta alcunha não tem nada a ver com as preferências sexuais dele, o cara era procto. Também dava suas cacetadas em onco. Ele sempre conhecia alguém que tinha alguma coisa a ver comigo (idade, profissão, semelhança física, essas coisas). E este alguém tinha um horrível tumor anal, precisava fazer ostomia de urgência, apareceu na emergência com 19 hemorroidas supuradas ou algo do gênero. Com o tempo nossa relação se tornou impossível porque eu comecei a acreditar que levava ao cara pensamentos ruins. Eu sempre o lembrava de alguém a beira da morte.
- O pai de família. Não, ele não era casado quando o conheci. Ele era divorciado e tinha a guarda compartilhada de dois filhos que me odiavam. A menina tinha o costume de mexer na minha bolsa e, no dia que a peguei fazendo isso, eu fui obrigada a terminar com o pai dela. Ele nunca entendeu a razão do meu pity. Como bom pai, acreditava piamente que a filha havia de ter tido uma boa razão para mexer na minha bolsa.
-O distraído: Ligou para mim MESES após nossa ultima briga, meses, me chamando pelo apelido particular que tínhamos e me chamou para sair como se a gente tivesse se visto a uns 2 dias atrás.
- O metrossexual. fazia as unhas uma vez por semana e ainda reclamava quando tinha que trocar a manicure, olhando pras unhas e exclamando “MInhas unhas ficaram uma droga!”. Chamava a própria porra de fazedor de fulano (fulano = o filho dele). As poucas vezes que conseguia uma ereção naquele pau pequeno, era pra ter uma ejaculação precoce. Na época me senti uma incompetente. Hoje, olhando para trás, acho que ele era viado.
This entry was posted on Sunday, October 14th, 2007 at 4:25 and is filed under Rapazes e Correlatos. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. RSS 2.0. You can leave a response, or trackback from your own site.
November 9th, 2007 at 13:57
Da próxima vez, tente um ogro;somos resmungões, glutões e diretos, mas não temos essas frescuras.
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