A muitos anos atras um cara chamado Hugh Everett, ou algo assim, propôs a teoria dos mundos paralelos. Ele é Nobel de Física, sua teoria ficou bem conhecida e muitos expoentes sérios da ciência, como Stephen Hawking, acreditam nela.
Segundo esta teoria, toda vez que rola uma situação com duas probabilidades estatísticas de igual peso, o mundo se divide em dois, com o passado exatamente igual, mas com futuros diferentes, um para cada probabilidade ocorrer.
Por exemplo, na experiência de Schrodinger, uma caixa lacrada continha um elemento radioativo com 50% de chance de emitir radiação, um contador geiger, que receberia a radiação e, por isso, quebraria um frasco de veneno gasoso e um gato.
Após uma hora, abrir-se-ia a caixa, para ver se o gato tinha sobrevivido (radiação não emitida) ou não (radiação emitida, veneno liberado). Durante esta uma hora, o gato não tava nem vivo nem morto.
Neste contexto, dois mundos se formariam, um para o gato vivo, outro para o gato morto. Estes dois mundos tinham passados exatamente iguais, mas futuros totalmente independentes. Isso ocorreria também no nível de moléculas, onde um elétron pode ter spin positivo e negativo, então a divisão estaria sempre ocorrendo. E quanto mais antiga fosse a divisão entre dois mundos, mais distantes entre si eles seriam.
Assim, é possível e provável, segundo a teoria, haver um mundo onde os Neanderthais venceram os kromagnons, e portanto a raça humana se desenvolveu de modo diferente.
A teoria é bacana, fisicamente plausível e tem tudo para dar excelentes romances, filmes e etc.
Aí chega o Bill Pullman e escreve a bússola do ouro…
This entry was posted on Saturday, March 8th, 2008 at 18:59 and is filed under Sem Categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. RSS 2.0. You can leave a response, or trackback from your own site.
March 9th, 2008 at 23:15
Bússola de Ouro?
Ainda não vi o filme (e nem li o livro), então não pesquei a referência…
March 24th, 2008 at 22:32
ainda estou por ver também