Pois é amiguinhos. Um grande brincadeira acabou por gerar um pequeno acidente, nada serio. A Aline teve um pequeno ferimento, sem gravidade, no pé.
O negocio foi o seguinte: O érre, eu e a Aline queríamos ir ate a FLIP pegar o autógrafo do Neil Gaiman e talz. No dia seguinte, iríamos passear por aqui. A bem da verdade, nunca havíamos nos visto antes, fora um pequeno hiato de algo em torno de 50 minutos a mais de um ano atras, quase dois.
A idéia era essa. Na manhã de domingo, conversando com o Daniduc, disse que estava na hora de acordar o casal mas, sendo o érre uma pessoa muito divertida, resolvi acordá-los com uma brincadeira. Eu iria entrar no quarto com uma faca de carne e gritando, so para assusta-los.
O Daniduc, sempre muito maroto, sugeriu que eu usasse um vestido de noiva todo rasgado. Isso porque, levando-se em conta o fato de nos conhecermos muito pouco, seria divertido. Infelizmente eu nao tinha o vestido de noiva, mas tinha bastante extrato de tomate e sou adepta do naturalismo.
Peguei o extrato de tomate e simulei sangue. Tirei a roupa toda, amarrei um lenco na cabeça à guisa de bandagem e fui lá, pregar uma peça nos meus novos amiguinhos.
Abri a porta com um chute e entrei no quarto nua, coberta de “sangue” (de mentirinha), com uma faca numa mão e - isso foi o mais legal - um machadinho que ahcei na hora na outra. Obviamente, entrei gritando.
A Aline, coitadinha, estava dormindo a sono solto e acordou assustada, razao pela qual, acredito eu, que ela resolveu se atirar do terceiro andar. Por isso machucou o pé.
O érre, muito preocupado com esposa, correu pela porta atrás dela. Tão estabanado ele que, ao passar por mim, acho teve o acesso impedido pelo meu cabideiro e jogou-o contra mim. Saiu correndo.
Algumas horas depois, eles chegaram a minha casa com a policia. Imagine que haviam esquecido a carteira eos documentos em casa, na correria, e tinham medo que alguem os tivesse roubado. Já trouxeram a polica para, caso a carteira nao tivesse em casa, eles já dessem queixa.
A Aline parecia que ficou muito aliviada quando viu a bagagem e os documentos dela. Ela chorava muito.
A polícia empalou um pouco o brilho do diálogo porque falava muito de tentativa de homicidio, cárcere privado e processo. Na certa falavam de algum caso que estavam trabalhando no momento.
De lá eles foram pra rodoviária. Me pareceu que gostaram muito de ficar lá em casa. Devido ao clima literário que a FLIP nos proporcionou, ele saiu lá de casa citando Edgard, traduzido para o portugues. Ele repetia
“Nunca mais, nunca mais”.
Descobri que a policia daqui é muito simpática, já que ofereceu aos dois uma carona.
Enfim, foi isso.
ps - citacao literaria é referencia aos - sempre excelentes - comentários do culto Daniduc.
Update rapidinho . FIquei preocupada agora, liguei pro celular da Aline para saber se eles tinham pegado o onibus bem, se estava tudo bem, e ela gritava e chorada “Some da minha vida, me deixa em paz!” Será que o onibus estava sendo assaltado?
This entry was posted on Sunday, July 6th, 2008 at 20:21 and is filed under Sem Categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. RSS 2.0. You can leave a response, or trackback from your own site.
July 7th, 2008 at 5:33
Ora, mas você, o érre e a Aline formaram uma turminha da pesada que aprontou altas confusões na FLIP, hein? E o seu pequeno trote foi do barulho! Acredito que érre e Aline tenham se divertido à beça!