Blog da Bartira


Archive for the ‘Frases, Leituras e Filminhos’ Category

Apocalipse Now

Os quatro cavaleiros do apocalipse já montaram os seus corcéis, posicionaram suas trombetas, e começaram a tocar axé.

Tremei, humanidade, treimei.

veronikadecidemorrer

Um livro histórico. Um autor iluminadoUma diretora cult. Uma estrela de primeira grandeza. Um filme inesquecível.

Veronika com cá decide morrer,  estrelando Sarah Michelle Geller. O best seller conquista as telas.

 

RUUUUUN, run to the hills, run for your lives!!!


A Coisa

Pois é amigos. Eu sou conhecida por não gostar do Stephen King. Os livros dele me dão uma sensação desagradável que eu nunca relaciono com o tipo  de estímulo que me faz ler livros ou ver filmes. Mas tem tanta gente boa que gosta que eu sou obrigada a concordar que ele deve saber contar uma história.

Enfim … minha sobrinha tava lendo “A Coisa”, e me despertou a curiosade. E eu baixei o filme. E assisti.

E eu tava aguentando, sabe? Eu assisti aos pedaços, porque não dava pra aturar tudo de uma vez. Mas eu tava conseguindo administrar. O garoto mau com gomalina no cabelo? Eu administrei. Eu administrei o cara que a 30 anos usava bombinha de agua com cânfora sem saber que não era berotec. O palhaço saindo de um ralo de 10 cm de diâmetro eu vi e nem fiz comentario nenhum. A total falta de lógica dos poderes da coisa não me fizeram parar de assistir o filme, sabe?

Até que um cara de 40 anos, prestes a encarar de mãos nuas uma entidade malévola que o assombrava desde a mais tenra infancia, um ser sem idade que se alimentava a cada 30 anos de medo e desespero, pois bem, este homem de 40 anos no limite de suas forças … resolveu  dar uma paradinha no embate mortal para o qual ele nasceu, virar para   todos os amigos para contar que — era virgem. Tipos “a coisa está vindo aí, estou desesperado, ele vai matar a gente e, oi, a propósito, eu tenho cabaço”.  Cara. Tudo na vida tem um limite.

É oficial. Eu definitivamente não entendo como este cara vende livros. Pronto. Falei.


Motivos para Assistir Caminho das Indias

1 – O bigodinho que o Marcio Garcia tá cultivando tá tudo. Ninguem diz que ele não é da casta dos ajudantes de pedreiro

2 – A cara de constrangimento do Jose de Abreu ao ter que aparecer em publico de fraldas e com o rosto todo pintado. Luuuxo

3 – E o Tony Ramos falando com sotaque de uma lingua que ele sequer ouviu alguma coisa sobre? Inri Cristo e seu neo aramaico perde

4 – Laura Cardoso atuando. A impressão é que se ela fosse uma granda executiva e estivesse dando uma reuniao, e alguem ficasse nu e colocasse um nariz de palhaco e comecasse a cantar   “ahh, mataram meu carneiro”  , ela continuaria descrevendo os numeros dos mes de forma digna. Ela mantem a postura profissional, não importa o quão ridiculo é a situação.

5 – A intérprete de Duda, cujo nome não me dei ao trabalho de procurar saber, intepretando ela mesma.

6 – A Juliana Paes é linda, ninguem pode dizer que ela vestida de indiana não fica deslumbrante.

7 – Mas eu prefiro o Rodrigo Lombardi

EM suma – alguem me dê dvd´s com urgencia porque eu preciso de alguma coisa pra assistir enquanto costuro, e os meus ja me enjoaram …

6- Vera Fisher, namorado mais novo, dona de uma clínica de estética … ceus … onde já vi isso antes? Daqui a pouco essa moça vai ter tanta experiencia no assutno que abrirá uma clinica de estética neste mundo bizarro chamado vida real.


Ramses

Sob a alcunha de “Ramses, o filho da puta  luz”, o egiptólogo frances Christian Jacq começou sua carreira na literatura mundial.

Eu tenho os 5 livros da pentalogia, li a muitos anos, e não conseguia lembrar porque nunca o li de novo. Aí eu resolvi fazê-lo. E aí eu entendi.

O livro em si não é ruim, e parte de premissas reais mega interessantes. Descreve um Ramses já idoso, no quinto livro, com grandes problemas dentários, o que realmente parece ser fato, pelo estudo de sua múmia, da mesma forma como descreve seu suposto rosto e altura com alguma veracidade. Tem muita informação histórica que é bastante bacana de se ler, algumas com veracidade atestada, outras que foram  ”maleabilizadas” para não c hocar nossos costumes ocidentais.

O livro se permite a algumas adequações que não caem mal. Por exemplo, ao invés de descrever um cara  poligâmico com 150 fihos de mais de 80 mulheres diferentes, e para se manter fiel ao romantismo de Nerfertari, a esposa principal, o autor descreve a criação de uma instuição chamada “os filhos de Ramses”, que não seriam propriamente filhos biologicos dele, mas jovens com habilidades especiais que receberiam educação especial. Isso explica a tumba dos filhos de Ramses, que é real,  não deixa de cita-los no livro, mas não trai a visão de herói romantico de uma mulher só que o autor queria dar.

E, para passar longe da coisa do incesto,  explica que, quando sua esposa real era uma hitita, a sua filha com sua falecida rainha predileta – Nefertari – fazia o papel de grande esposa real nos rituais religiosos onde a hitita não poderia entrar – o que ajusta o livro com  o aspecto  histórico, sem descrever o fato de Ramses ter casado com virtualmente TODAS as suas filhas com as suas principais esposas (Nefertari e Iset Nofret), e Meritamon – sua filha –  ter sido realmente sua grande esposa principal a partir dos 10 anos de idade e até sua troca pela hitita…

Enfim. Tudo isso  sao concessões literárias que até caem bem

Agora, o que dói no livro é a total falta de costume do autor de ir dar uma olhadinha lá atrás para ver o que escreveu. Isetnofret começa o livro um ano mais velha que o faraó, para terminá-lo quase 10 anos mais jovem. Khá nasce com Ramses completando 20 anos e, quando morre, a diferença de idade já é de quase 30.  Homero é enfiado no livro sem dó nem pena, assim como Helena de Tróia, e o rei é visto como um grande herói, sem defeitos, ao invés de ser visto como o usurpador que foi.  A batalha de Kadesh, que foi um fracasso com milhares de egipcios mortos, é vista como uma grande vitória.

Outra coisa que não cai bem são as descrições de cenas de sexo. Dá vontade de voce fechar o livro e ler a bíblia, saca?

São tantos erros bobos, que dá vontade de parar de ler. O que é uma pena, porque o cara se sai bem em coisas muito mais dificeis…

Enfim, não é uma leitura prazeirosa, mas quem conseguir superar este pequenos percalços de data … Recomento para os menos exigentes.


Séries Bacanas que ninguem viu

Continuando minha busca por séries televisas bacanas, eu acabei por me lembrar de um trabalho bem legal que foi iniciado e bruscamente finalizado em 96.

Relativamente pouco conhecida, mas muito legal, chama-se Kindred: the embraced. Descaradamente baseada no universo RPG Vampire, a série mostra diversos destes mortos vivos andando por aí e controlando a cidade de San Francisco.

Dentro do enredo da hisória, aparecem 5 dos clans vampíricos do universo do RPG, que são os ventrue, os toreadores, brujah, Gangrel e os sempre maravilhosos Nosferatu. Em ambas as mitologias, cada clã tem suas fraquezas e forças, embora as fraquezas não sejam bem exploradas no trabalho televisivo.

E isso é uma pena porque daria um bom arco de história. Por exemplo, os Ventrue só conseguem se alimentar de pessoas muito especiais, tipo as virgens albinas de 13 anos da raça dos eluai,  homens de 34 anos que tenham sangue AB- e olhos verdes, ou pessoas que usam barba, tem nariz adunco, sobrenome médio oriental e conseguem visto americo. Enfim, cada um tem sua peculiaridade, são pessoas de gostos refinados e portanto sofrem por isso.

Os toreadores são lindos. Isso não quer dizer que se o Nerso da Capitinga for mordido por um toreador ele morrerá durante o abraço. Quer dizer, se for MUITO feio, até morrerá. Mas isso dará ao nosso Nerso uma sensualidade atroz.

A história é soturna e os vampirinhos da telinha são mais legais que os do jogo. Eles andam a luz do dia (se estiverem bem alimentados), fazem sexo normalmente, comem comida humana e controlam todo o submundo da cidade, bem como tem irmãos em todos os estratos importantes da sociedade: polícia, governo, e economia são controlados, prioritariamente, por eles. Eles não matam para se alimentar, para isso possuem um grande poder de hipnose e uma saliva bastante cicatrizante. Eles só matam com parte de suas atribuições mafiosas.

A parte em que uma linda morta viva foge de uma caçada de dezenas de vampiros, utilizando um vestido de véus esvoaçantes (ela, não os caçadores) e um sapato com um saltinho bastante pronunciado, me faz questionar seriamente a inteligencia destes seres. Se fosse eu, jogaria o sapato fora, rasgaria os véus e partiria para o abraço.

É uma série de gosto duvidoso, só para especialistas. Mas vale a pena ver para quem gosta de clichés estruturados de forma diferente.


Grandes Títulos de Livros da Humanidade

Um livro bacana com várias dicas sobre a saúde da mulher numa linguagem dinâmica e moderna … Mas que nome colocar no livro .. .hunmm … ‘Já sei!

 

 

Entendeu? Han? Han?


Livros e Filmes

Existem certas obras (livros e filmes) que são para voce se divertir, outras, para pensar. Existem ainda aquelas que existem apenas para voce passar o tempo enquanto costura ou alinhava alguma coisa (pelo menos é para isso que eu uso seriados como charmed, por exemplo)

Agora, existem algumas obras que voce vê até o final, entende, mas simplesmente não sabe se gostou ou não. Cito dois ícones – em minha opinião – capazes de criar este tipo de sensação.

Filme: Dogville.  Eu até hoje, anos depois, simplesmente não sei se gosto dele ou não. Não entendo a premissa básica do autor e, o que é pior, não seria capaz de jurar se ele descreve- ou não  – o comportamento humano.

O serumano é assim? Na boa? Não sei, nao tenho idéia. Espero que não seja. Eu creio mais na ignorancia do que na  maldade.

Livro: 1948 – Eu não sei se gostei deste livro. Não o leria de novo, mas quando o fiz, o fiz avidamente, louca pela próxima pagina. Eu não sei se a sociedade é assim, sinceramente, espero que não.

Toda a Obra de Nelson Rodrigues: Eu não sei como é a famlia das pessoas que não lêem este blog. Mas na minha não tem incesto, putaria, assassinato ou segredos absurdos. Obvio que nós brigamos, saímos na porrada, como toda famiilia normal e saudável … mas tipos …a visão que o NR tem da vida é meio deturpada … pelo menos eu espero!


Para Gabriela Iscariotes

Eu gosto de parafrasear o Inri Cristo nessas questões, “ninguem é obrigado acreditar em mim …”

 

 

Eu acho que uma imagem vale mais do que mil palavras …

Outra fonte.


Dúvidas Existenciais

Eu to num momento muito múmia da minha vida, provavelmente tudo desencadeado pela morte da Dercy. Vi  A Mumia III no cinema, depois o scorpion king, depois o scorpion king II, depois a Mumia II … O que me levou a baixar Conan, o que me levou a …bem .. vcs sabem …

Aproveitei para ver outros filmes e documentários da era antiga e … cara … eu tenho uma dúvida;

Por que todos, absolutamente todos os guerreiros das eras pré-dinasticas, todos os líderes religiosos, todos os homens que exercem poder e medo, de todas as civilizações que vao da África Setentrional até os confins da Ásia, todos – com a honrosa exceção do flagelo de Deus – depilam todos os pêlos do peito, e quiçá do corpo, com cera quente?

Será que eles não notam que, se voce não é nadador profissional isso pega mal para caramba?


Batman Begins Again

Eu fui ver. Eu me considero uma mulher esclarecida, inteligente. E eu não tive a manha de acompanhar em detalhes as tramas políticas

O falecido Coringa merece um Oscar Póstumo. O Christian Bale merece que eu passe a mão na bunda dele, porque ele tá um gato. E o filme, como um todo, não é ruim.

Pela primeira vez eu vi um Duas Caras condizente com o que foi originalmente concebido.

A morte da personagem da Senhora Cruise, que curiosamente não foi ela que fez, foi ótima. Personagem chata da porra.

A presença do Morgan Freeman tambem seria totalmente dispensavel.

Agora, o grande lance, graaaande lance, foi o Coringa. pela primeira vez eu vi um Coringa louco, insano, imprevisível. Não aquele magistralmente interpretado pelo Cesar Romero na série da década de 60 que quase – eu disse quase – conseguia esconder o bigode com a maquiagem. Não aquele do Jack Nicholson. mas o verdadeiro Coringa, a essencia da insanidade.

No todo, eu ainda preferi a Mumia, mas fazer o que, né?



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