Blog da Bartira


Archive for the ‘Sem Categoria’ Category

O dinheiro e a falta de noção

Como as 2 pessoas que lêem isso aqui sabem, eu sou uma pessoa má e vou para o inferno em breve. Penso coisas más das pessoas

Sempre que saio do trabalho eu dou carona pra quem estiver no ponto. Tres dias atrás eu dei (OOIIII) para as moças do restaurante, e uma delas começou imediatamente a falar da saudade que sentia em trabalhar na casa do Sr Ricaço, que morava numa cobertura da Barra da Tijuca, e sugeria que ela fosse a praia tão logo terminasse o serviço. O Sr Ricaço tinha tanto dinheiro que, caso uma das garrafas de veuve clicquout perdesse o rótulo, ele dizia:

-Schlebts (o nome ficticio da então empregada), pode levar o champagne para voce

Ou, as vezes, chegava em casa e dizia

-Schlebts, não quero comer em casa hoje, vamos jantar fora.

E levava ela para jantar em restaurantes

Seguiu-se uma interminável sequencia de exemplos da solidão e da mão abertice do cara em questão, até o momento em que a coisa deixou de ser notável e passou para a bizarria

-Eu que fazia as compras, e ele so me mandava comprar sabonete DOVE e o shampoo, era sempre o mais caro do supermercado (?)

-Ele tinha uma mercedes e levava a mim e a meu filho para petropolis naquele mercedão maravilhos (??)

O cidadão era muito sozinho, e as vezes, quando queria assistir a um show, dizia

-SChlebts, comprei camarote vip, vamos a um show,

E lá iam eles assistir shows do Daniel e do Bruno e Mahone no camarote vip (???)

Fiquei pensando, o que caráleos um homem que tem dinheiro pra disperdiçar uam garrafa de veuve que perdeu o rótulo vai fazer no shou do bruno e machonei? E shampoo? POrra, tem que comprar shampoo em supermercado?

O que este cara faz quando quer trocar os copos da casa dele?

-Schlebts, vá até o supermercado e compre 2 duzias de geleia de mocotó inbasa, jogue o conteúdo todo fora, preciso de copos novos

Ou quando ele quer colocar sachezinhos na gaveta de cuecas dele?

-Schlebts, compre lençois tamanho queen size de seda pura, corte em pedaços e embrulhe os pedacinhos do sabonete dove que sobrou no box, enfie os sachets na minha gaveta de cuequinhas e jogue fora o resto do lençol.

Ou quando dá larica de doce?

-Shclebts, queime açucar para minha, quero balinhas de açucar queimado!

 

Gente, eu espero, ESPERO, que toda essa historia seja so invencao. Porque me dá engulhos estomacais pensar que alguem que tem grana pra morar numa cobertura em frente a praia tem tal malgosto musical e desamor com seu proprio cabelo.


Notas de Celebridades

Graças ao tedouumdado, eu cheguei a esta entrevista aqui, e, depois de lê-la inteirinha, eu me pus a refletir uma questão muito importante:

Quem caráleos é Mallu Magalhaes?


Sobre Pais e Abelhas

Agora que já fazem quase 2 meses que meu papis esticou o pernil, eu acho que já rola rir do assunto porque, voces sabem, ele foi acima de tudo, um grande gozador. Ele foi tambem um puta empreendedor, mas isso é outra  historia.

Na época em que morávamos todos em Portugal, meus dois irmãos estudavam na turma de meninos, e as minhas duas irmãs, na de meninas. E tinha uma turma mista, que não dava um quinto do trabalho que cada uma das turmas de gênero dava.

Um dia meus irmaos, seguidos por seus colegas da turma masculina, receberam argila para fazer alguma coisa na aula de artes, e, bom, 15 meninos juntos entre 10 e 13 anos …. pimba. Saiu um falo de mais de 30 cm. A professora viu aquilo  e ficou muito fula. No dia seguinte, mandou vir TODOS os pais - os pais, não as mães - que deveriam ter uma reunião com ela, professora de artes, e com o esposo dela, professor de matemática.

Meus irmãos eram brasileiros. Os outros meninos não. Obviamente eles contaram para o meu pai o porque de ele ter que faltar ao trabalho para resolver um problema como aquele. E meu pai, depois de rir um bocado, foi a reunião.

Na reunião a professora e o marido esculacharam as crianças, com o marido dizendo que aquilo era um desrespeito, que aqueles meninos deveriam ser severamente punidos. E a mulher idem. O meu pai levantou a mão e disse

-Desculpe, senhora professora, mas õ que foi que eles fizeram?

-Basta os senhores saberem que foi uma coisa muito feia

-Mas que coisa? disse meu pai, serelepe

-Ora, uma coisa na aula de artes. O senhor não pode pôr a imaginação para funcionar?

-A senhora vai me desculpar, mas eu sou um pobre quitandeiro. Eu não tenho muita imaginação. A senhora que seja mais clara, ou mostre a arte dos meninos, ou eu sinto muito, mas não vou punir meus filhos por algo que eu nem sei o que é.

Lá pelas tantas todos os pais, muito chateados de não poderem delegar a tarefa de ir a escola para as mães, estavam tambem concordando com o fato e dizendo que fosse ela mais clara ou sairiam todos em debandada. Isso só se deu pela insistencia do meu pai, é claro. 

A professora irritadíssima foi la buscar a arte das crianças, abriu o embrulho e saiu da sala, vermelhíssima. Sem gracisse total. O marido dela irritado até a alma, os outros pais não sabiam onde enfiar a cara, dado o constrangimento.

Neste dia meu pai não puniu meus irmãos, e saiu rindo da escola. Apesar de ter pedido 4 horas de trabalho, que fariam muita falta, ele tinha ganhado o dia. Ele não achava que  aquela professora fosse boa com os meninos. 

Esse era meu pai. Pode-se dizer o que se queira dele, menos que não tinha bom humor.


Conversas de MSN

Barts diz:

na realidade queria sentar e conversar com vc, caso um lance ocorra

Barts diz:

mas nao sei se ocorrerá

Barts diz:

é melhor vc ir ao cinema com seus amigos

Amiguinho diz:

?

Barts diz:

e me deixar sozinha

Amiguinho diz:

lance?

Amiguinho diz:

bem, vamos no cine com a turma depois eu sento

Amiguinho diz:

Sento gostoso, juro

Barts diz:

eu nao sei sequer que eu terei algo pra contar, sabe?

Amiguinho diz:

hmmm

Amiguinho diz:

o ‘lance’

Barts diz:

isso

Barts diz:

a coisa

Amiguinho diz:

estamos falando de um momento de um jogo de futebol?

Barts diz:

o negocio

Barts diz:

ISSO, um jogo

Barts diz:

bola pra ca

Barts diz:

bola pra la

Barts diz:

eventualmente uma trave e talz

Barts diz:

uma entrada mais dura

Barts diz:

essas coisas

Amiguinho diz:

tendi

Amiguinho diz:

depois do jogo os amigos sentam, pedem cerveja e discutem os lances

Amiguinho diz:

se houve impedimento ou nao

Amiguinho diz:

se a bola entrou ou nao

Amiguinho diz:

tendi

Barts diz:

hanm

Barts diz:

isso

Barts diz:

se bem que o goleiro, sendo tao bom

Barts diz:

nao acredito que a bola entre

Barts diz:

a menos que as coisas deem muito errado

Amiguinho diz:

pois é, o duro é qd o atacante entra com bola e tudo

Barts diz:

sim

Barts diz:

Amiguinho, nós temos quase 40 anos

Amiguinho diz:

mas isso é considerado falta de respeito….

Barts diz:

acha mesmo que devemos ter este tipo de dialogo?


Tudo Por Amor

Gente, sabe o cu?

Pois é, eu vivo tomando nele


Ralouim? So se for com jabá!

A Frau escreveu um post sobre o rálouim (vai la ler, eu espero), e a consequente decisao de nossa cadeia de legisladores de fazer, neste dia, o dia do saci.

Em que pese o fato de eu odiar o rálouim, e adorar o saci, acho que a essas horas a tentativa de resgate de cultura nacional ta chegadno meio tarde demais.

Em 1989 eu tava no CPII, nem sabia quando era o dia das bruxas. Em 1992 eu tava na UERJ, e a festa de raloium foi a mais badalada do ano. Em 1991 as pessoas do DCE lembraram da existencia do dia (no mesmo dia) e pensaram numa tímida festa com este tema, para daí a 3 dias. Veja bem, eu “vi” o raloium explodir. Nao aconteceu ao longo de anos, nao foi sendo implementada aos poucos. Esta comemoracao nos foi jogada pelos cursinhos de ingles e pela mídia - tcharam - pegou. Assim como o papai noel de vermelho (antes a vestimenta dele era azul).

Qual o problema disso? Não seria nenhum, se eu, do alto dos meus 36 anos, conseguisse me lembrar qual era o dia em que se comemorava o folclore em todas as escolas publicas na minha epoca de primario. A gente nao incorporou  mais uma festa, a gente deliberadamente, com o auxilio de nossos educadores, abriu mao de uma parte de nossa cultura enquanto encoporávamos outros elementos que nada tem a ver com nossa historia.

Isso é mau? Não, se pensarmos na incoporação do novo, sim, se pensarmos na exclusão do tradicional.

Então porque não comemorar o dia das bruxas? Simples, não fez parte da minha infancia, como todos os elementos culturais que carrego comigo, incluindo o saci. Mas já fez parte da infancia da Frau, entao para ela e para as geracoes mais jovens, o raloium faz sentido.

Então é simples, a gente mata o raloium, prende que fizer festas com o tema e … Certo?

Errado, o caminho é revalorizar a cultura nacional, o caminho é realmente escolher um dia do saci que seja naturalmente comemorado pelo povo, voltar com o curupira pras escolas e reforçar esses mitos. Eles sao muuito mais legais que as fogueiras de beltane para as crianças, deixe elas escolherem o que querem “prefererir” comemorar.

Façam isso e faqui a 10 anos, eu aposto, ninguem mais falar de raloium …


Gente que Faz

Nascido em 1941 e formado em medicina nos anos 60, este homem é o que mais próximo eu poderia chamar de ídolo. Voce sabe quem é ele? Bom, se voce tiver um humor parecido comigo voce com certeza já riu dele.

Apesar de médico formado nunca ganhou dinheiro com isso. Das poucas vezes em clinicou, o fez de graça para amigos, conhecidos e, por que não? Necessitados pontuais. Ele ganhou a vida, principalmente, como humorista e escritor.

Homossexual assumido, numa época em que isso estava longe de ser socialmente aceito, conseguiu viver uma relação estável de mais de 20 anos, que durou até sua morte (aos 48), tendo inclusive adotado uma criança refugiada durante a vivencia desta união monogâmica.

Alcoolátra inveterado, a ponto de prejudicar sua vida profissional e social, teve sérios problemas de fígado, chegando ao fundo do poço. Em 1977 conseguiu se livrar totalmente do alcool, nunca mais tendo sido flagrado bêbado ou bebendo.

Apesar de ter ficado conhecido como escritor de um dos melhores programas humorísticos de todos os tempos, nosso amigo pouco escrevia, mas quando o fazia - e até seus colegas concordavam com isso -  punha o tempero necessário à piada nas poucas linhas que saíam de sua cabeça. Dono de uma intuição rara no que tange a descobrir o que era engraçado, foi o responsável pela maioria das grandes idéias do grupo que participava.

Por exemplo, nesta esquete aqui (vai lá ver, eu espero … tcharan tcharam …), a idéia inicial era que o cliente fosse devolver uma torradeira com defeito. A idéia de trocar o objeto de devolução por esta coisa azul foi dele. Agora me diz, não ficou muito melhor?

Com um raro senso de humor, o rapaz que nasceu inteligente e bonito e, ao invés de casar com uma  boa moça inglesa, preferiu seguir o seu próprio caminho. Ao invés de guardá-lo para si, preferiu ajudar aos que, tendo a mesma orientação que ele, não tinham coragem de lutar. Ao invés de viver a fama e o dinheiro, conseguiu administrar uma relação estável de longo termo (contra tudo e contra todos). Num período onde se fugia de refugiados na Grã-Bretanha, pôs um deles dentro de sua casa e o criou como filho. Chegando ao inferno com sua doença (alcoolismo), deu a volta por cima e nunca mais pôs alcool na boca (sem a ajuda do A.A).  Inteligente e com um diploma de medicina nas mãos, foi fazer o que  mais gostava, por acaso ganhou muito dinheiro. Por acaso. No final do seu grupo, não titubeou em produzir seu próprio filme, um fracasso de crítica e público, porque acreditou nele.

Graham Chapman morreu aos 48 anos, depois de uma longa luta contra o cancer, que ele passou sorrindo e fazendo piadas. Deixou de herança algumas temporadas do Monty Python Flying Circus,  alguns filmes memoráveis, e um grande exemplo de pessoa que, tendo milhares de defeitos e não sendo, definitvamente, WASP, é capaz de ser feliz e conseguir tudo que quer.


O que é Coragem

Sobre a tragédia de Santo André. Nâo vou comentar como pode um jovem de 22 anos estragar a vida de duas famílias e mais a sua própria vida.

Não vou comentar como pode um pai e uma mãe permitem que uma menina de 12 anos namore com com um homem de 19 anos.

Nem falarei sobre o corpo policial que permite que uma moça de 15 anos seja tratada como moeda de troca com um sequestrador absolutamente sequelado.

Maiores detalhes aqui.

Quero falar da amiga da sequestrada. Uma mocinha de 15 anos que se recusa a sair do cativeiro, por solidariedade à amiga. Ela fica porque quer com um homem armado e totalmente sem controle, porque este espancava a ex-namorada o tempo todo. Depois que ela consegue sair do cativeiro, 33 horas de pois, a moça volta, com todos os seus 15 anos por vontade própria, por exigencia do débil mental.

Essa menina, que acabou levando um tiro na boca que lhe desfigurou o nariz e a boca, foi o maior exemplo de coragem que eu já vi na minha vida.

Fica aí meu respeito imenso por esta menina, que a despeito de todos os riscos que poderia correr (e correu), manteve-se fiel a sua atitude de proteger a amiga.


Ok, ok, nao vou mais falar de emagrecimento, até porque sendo eu uma mulher que pesa entre 60 e 70 kilos não preciso ficar nessa nóia, ne? Deixa isso para quem pesa mais de 70, hihihi

Eu quero é falar de cogumelos. Resovi fazer uma receita de estrogonofe de cogumelos, que tirei do entrepanelas, e fui as compras.

Muitas coisas ocorreram durante o período de tentativa de aquisicao de ingredientes. Entre a desistencia de achar cogumelos in natura e a peregrinação por creme de leite fresco, eu nem tinha a prepotencia de achar o azedo, pretendia azedá-lo em casa mesmo, foram 2 semanas.

Depois de rodar todos os supermercados da minha cidade, fui achar, na cidade vizinha. 100 gr de shitake a absurdos 24 reais. Tudo bem, era pra uma boa causa. Eu andei 2 horas, 3 municípios e o shitake nao era dos melhores. Mas eu ia fazer a receita.

Sempre fui boa cozinheira, o prato realmente ficou muito bonito, a salsinha deu ar bacana ao prato. Mas infelizmente, meu processo de alfabetizacao falhou um pouco, e onde se lia “meia pitada, so um pouquinho de páprica picante”, eu li “despeje o pote inteiro e um pouco mais”.

Ficou picantésimo. Eu até comi, mas tinha que ter água ao lado. A segunda refeição não desceu, o gosta da páprica apurou e tava incomível. Joguei tudo fora.

A noite, ao comentar tal fato pra moça que me ajuda ela disse

-Ahh, que chato, e voce teve que lavar tudo, ne? Pelo menos nao perdeu o cogumelo que é o mais caro …

E eu

-…

E ela

-Voce lavou os cogumelos e deixou de molho, ne?

e eu

-ahn .. nao .. eu joguei fora..

e ela

-mas era so lavar e retemperar .. vc ia perder os temperos, o creme de leite e só!

eu

-ahn …

 

E foi assim que eu vesti minhas orelhas de burro e resolvi que só entro na cozinha de novo para beber água…


Nem tudo Sao Flores

Eu o encontrei a primeira vez ontem, por volta das 10 horas da manha. Perguntei quanto tempo até Hornillos del Camino ele respondeu, ahhh, un hora, una hora e rato… E eu acreditei…Continuei andando até a promixa vila e lá o encontrei tomando vinho.

Disse mais de 10 vezes que com pan e viño se hace el camino. Me sugeriu ir até Hontanas e lá dormir. Quando cheguei em Hontanas, eu tava estropiada, cheguei uma hora mais tarde, mais cheguei. E pela manha, ainda escuro, quando fui tomar meu cafè, ele estava là, esperando o amigo barbudo. Saiu pouco antes de mim e chegamos quase juntos em Castrojeriz, ele me sugeriu dormir em Boadilla del Camino.  Na saída de Castrogeriz, indo até Itero, ele me pareceu meio caladao, se comparado a seu companheiro de viagem que subiu um morro falando pra cacete. O que era estranho, porque ele sempre falava com todos, ria muito e era muito amigável. Andamos muito tempo nos cruzando no dia anterior. Me disse que queria estar em Leon dia 30 e em Ponferrada dia 4, quando encontraria um amigo.

Eu achei o Manolo meio calado, mas nao exatamente me senti a vontade para perguntar se tava tudo bem.

Na descida do morro, a cerca de 10 metros a minha frente, ele caiu para frente. Pensei que foi um tombo nada sério, atñe ver suas maos estendidas, ao lado do corpo, e chamei de la de tras, ele nao respondeu e eu comecei a gritar por seu amigo. Que veio correndo. Quando eu vi a quantidade de sangue que saìa de seu nariz me preocupei, mas nao consegui sequer virá-lo para tirar a mochila. Ele comecou a liberar gases e excrementos e o sangue pelo nariz nao parava. Chegaram mais peregrinos e eu, sabendo que meu telefone nao pegava, deixei-os là e sai correndo em busca de ajuda. Na hora que encontrei uma pessoa, uns 4 kilometros percorridos em inacreditàveis 40 minutos com 10 quilos nas costas, ela me deu um binoculo e eu vi que là jà havia um helicopero.

Nao adiantava ficar ali. Fui ate Itero esperar noticias. Me senti muito mal por nao ter ficado la e ajudado.

Lá eu decidi que nao iria até Boadilla del Camino, onde havíamos combinado de passar a noite num albergue da cidade, eu seguiria direto para Leon, de onibus, para compromissos particulares.

Foi là que eu soube que, assim como nunca chegaria a pernoitar em Boadilla neste percurso, o Manolo, com seus 42 anos e toda a sua alegria de vida, apòs 25 minutos de tentativa de ressucitacao pelos paramedicos do helicoptero, tambem nunca chegará.

Bon Camino, Manolo, e que Santiago te guie pela sua nova caminhada.