Published by Leandro on 17 Dec 2004
Warning: bored text.
This day is almost, but not quite, completely unlike the most exciting day of my life.
Published by Leandro on 17 Dec 2004
This day is almost, but not quite, completely unlike the most exciting day of my life.
Published by Leandro on 17 Dec 2004
Na linha “eu tenho um cérebro suicida”.
Eu tenho a felicidade de interagir com uma amostra do que eu considero pessoas muito inteligentes, frequentemente.
Notei uma coisa em todos “we who are not as others”. Todos nós temos um poder de concentração, de foco no que estamos fazendo, muito desenvolvido.
“Mas isso é ótimo”, diria um imbecil bem intencionado.
Bom, nem tanto. Infelizmente, a maior parte de nós não tem a mesma habilidade em DEIXAR um problema de lado. De desfocar. De desconcentrar.
O que pode causar uma condição muito próxima de uma obsessão-compulsão. Ficar pensando ou fazendo repetitivamente a mesma coisa, à exclusão de todo o resto.
Portanto, nós adquirimos vícios muito facilmente. Eu, por exemplo sou consumista compulsivo (nem vou mencionar minha total incapacidade de viver sem Internet e outros meios de comunicação).
Acho que essa é a primeira desvantagem REAL que eu consegui descobrir em ter um cérebro “plus”…
Published by Leandro on 17 Dec 2004
‘And yet, when I look up at the sky, I somehow feel that everything will change for the better, that this cruelty too shall end, that peace and tranquility will return once more.’
–Anne Frank
Moral da história: a luz na fim do túnel, várias vezes, é aquela que aparece em Poltergeist.
Moral da História 2: quando alguém tenta citar uma frase motivacional, deveria estudar um pouco a vida da pessoa que citou.
Published by Leandro on 16 Dec 2004
Apenas algumas horas entre eu e meu descanso… Mal posso esperar… Pena que ainda tenho 4 horas de massacre verbal pra aguentar daqui a até lá… Mas eu suporto…
Published by Leandro on 15 Dec 2004
Yep. Eu de novo. Falta do que fazer é chato. Falta de vontade de fazer o que se tem é pior.
Dessa vez, na série “teoremas improváveis”.
I. Introdução.
Toda contrariedade nos torna infelizes, mesmo que por breves momentos. Entrar no banho e descobrir que o sabonete não está lá, perder o ônibus, quebrar o pé, perder um braço.
II. Hipótese.
No momento que a contrariedade ocorre, a quantidade de miséria percebida pelo nosso cérebro é saturante. Por menor que a contrariedade seja.
III. Discussão
Dar uma topada de mindinho na quina da mesa estraga um dia tão eficientemente quanto bater o carro, ou levar uma cagada de pomba, ou perder um olho.
IV. Conclusões
Isso não quer dizer que algumas misérias não durem mais que outras, ou que, comparativamente, algumas não pareçam piores que outras. Não se deixe enganar, é uma ilusão. Na hora, todas foram igualmente miseráveis. Apenas a necessidade de classificação, instrumento pelo qual a nossa mente limitada tenta apreender um Universo infinito, é que produz a percepção de gradações na miséria.
V. Aplicações
Eu já tive dias destruídos por ter colocado a quantidade errada de açúcar no café.
Published by Leandro on 15 Dec 2004
Quase aconteceu hoje. Olhei bem para a cara da pessoa, e comecei a dizer o que eu pensava. Com as palavras, tons de voz e ritmos perfeitos para torná-la uma casca ressecada e vazia de um ser humano. Ou para conseguir meu certificado de insanidade. Às vezes acho que não há diferença.
Consegui consertar a tempo. Não era caso pra tanto.
Maldita pressão atmosférica.
Published by Leandro on 15 Dec 2004
Alguns de vocês já leram essas frases em um outro blog antes.
Mas hoje, a essa hora da manhâ, me pareceu pertinente reiterá-las.
Nem sempre o que você quer é bom para você.
Nem sempre o seu cérebro quer o seu bem.
Valeu, JU!
Published by Leandro on 14 Dec 2004
Época do shopping spree anual. O equivalente consumista de subir no prédio mais alto da cidade com um rifle de alta potência e abater dezenas de pedestres inocentes (inocentes, right…).
A diferença é que o prédio é um templo de consumo qualquer, o rifle pode ser um cheque, cartão de crédito ou dinheiro, e as vítimas são os seus fundos bancários, ou seu crédito, dependendo da situação (nem perguntem).
Ou é isso que eu estou sentindo, ou eu estou profundamente inquieto com a mudança de pressão atmosférica.
Published by Leandro on 12 Dec 2004
Engraçado, é impressão minha, ou quanto mais banal e irrelevante o assunto, mais as pessoas se preocupam com o mesmo?
Quando você vai fazer uma prova, o horror é completo.
A vida sexual do Michael Jackson é notícia internacional.
As pessoas se matam por uma definição do que é Deus e o que Ele quer. Ou por um “lugar santo”.
Mas:
A fome no mundo já perdeu a graça.
A desertificação não assusta ninguém.
O efeito estufa caiu no esquecimento. Idem o buraco na camada de ozônio.
Sabe, isso não melhora meu conceito sobre a capacidade mental da humanidade. Equipara-se à de um chimpanzé, na média. Um dos menos brilhantes.
Published by Leandro on 11 Dec 2004
Tempo trabalhado dentro da Universidade de segunda a sexta desta semana. Tá, ja trabalhei mais que isso em uma semana em outra ocasiões. Mas eu tinha vinte e poucos anos de idade. Não 32. Foi difícil…
Semana que vem, defesa de tese. Eita, fim de ano…
Acordem-me no dia 20, o mais tardar, por favor…
Bad Behavior has blocked 6 access attempts in the last 7 days.