Cada vez mais eu percebo que existe um tipo de ambiente onde não adianta querer ajudar ninguém. Nele, assumir uma responsabilidade é como colocar um rótulo com seu nome num vidrinho destinado a receber críticas e a culpa por tudo que não funcionar.

Não importa de onde os erros vieram, não importa onde estiveram as falhas; o nome no rótulo é o culpado pessoal por tudo isso.

Não importa, sequer, que a caça aos culpados seja completamente irrelevante, uma vez que a solução dos problemas é o mais urgente e crucial.

Vou pensar bem nisso daqui pra frente. Estou rotulando, com meu nome, frascos que são grandes demais para o controle que eu tenho das torneiras que os alimentam.