Blog do Miguel

18 Mar

Horácio e o carpe diem

HORÁCIO ODE XI (DO LIVRO I)

“Não buscarás, saber é proibido , ó Leucône, /que fim reservarão a mim a ti os Deuses; /nem mesmo os babilônios números perscrutes…/ Seja lá o que for, melhor é suportar! / Quer Júpiter nos dê ainda mil invernos, / quer venha a conceder apenas este último,/ que agora estilha o mar Tirreno nos penhascos, / tem sisa, os vinhos vai bebendo , e a esperança, /Foge invejoso o tempo, enquanto conversamos./Colhe o dia de hoje e não te fies nunca,/ um momento sequer , no dia de amanhã…(Trad. de Ariovaldo Augusto Peterlini). IN NOVAK, Maria da Glória & NERI, Maria Luiza – Antologia bilíngüe de escritores latinos / II Poesia lírica. São Paulo, DLCV/FFLCH/USP, 1989,p.45).

Trecho sobre o famoso “Carpe Diem” latino explorado no filme “Sociedade dos Poetas Mortos”.

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