Posted in lit on Jan 20th, 2010
Oliveiros Litrento nasceu em S. Luis de Quitunde, Alagoas, em 1923.
CANTO RECIFENSE DO ADEUS
Separo agora do sonho
a vida por mim vivida
e digo adeus a mim mesmo.
Estou dizendo baixinho:
— Vá em paz! Boa Viagem!
Regressam doces lembranças
de calmas horas sofridas.
Adeus namoros de moço
que eu dispersei no Recife
como andarilho cigano.
Pastoras belas, adeus!
Meninas da Madalena,
da [...]
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Posted in lit on Jan 20th, 2010
Tobias Barreto nasceu em Campos do Rio Real, que então era Sergipe em 1839 e faleceu em Recife em 1889. Seu livro de Poesia chama-se Dias e noites
.
À VISTA DO RECIFE
É a cidade valente
brio da altiva nação,
soberba, ilustre, candente
como uma imensa explosão:
de pedra, ferro e gravura,
de aurora, de formosura,
de glória, fogo e [...]
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Posted in lit on Jan 19th, 2010
Deolindo Tavares nasceu no Recife em 1918 e faleceu no Rio de Janeiro em 1942. Seus “Pregões do Recife” foi publicaem do Poesias. Fonte: Presença Poética do Recife, de Ediberto Coutinho (org).
A NEGRA DA TAPIOCA
Tapioca quentinha, Sinhô,
feita na vista de Sinhá,
foram estas mãos, acredite Sinhô,
quem ralou o coco pra Sinhá.
Me compre, me compre Sinhô,
tapioca quentinha [...]
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Posted in lit on Jan 9th, 2010
Há algum tempo fez sucesso na web uma cômica “análise filosófica” da letra do funk da Eguinha Pocotó, com um discurso de academês para algo evidentemente tosco e destruidor da cultura. (ver link).
Essas iniciativas tem um precedente clássico no Fabuloso Gerador de Lero Lero, que por sua vez é inspirado, é claro, em programas gringos. [...]
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Posted in fv246, hst, lit on Jan 9th, 2010
No Presente da Águia de Castaneda existe uma interessante passagem que traz a presença da “Vagina Cósmica”, uma passagem intentada por D. Juan e Sílvio Manuel para a entrada dos aprendizes em outros estados de conscientização.
Lembrei-me que Dom Juan e seus guerreiros atravessaram a ponte antes de nós. Soledad e Eligio foram automaticamente com eles, [...]
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Posted in hst, lit on Jan 8th, 2010
O rapto das Sabinas é um episódio clássico sobre a fundação de Roma, situado aproximadamente no quarto da cidade, que é mencionado por algumas fontes antigas, por exemplo Plutarco, em várias passagens de suas “Vidas”, mas especialmente na vida de Rômulo:
Dizem outros que porque é preciso que um conselho seja ordinariamente mantido secreto e [...]
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Posted in ab, lit on Sep 9th, 2009
O blog, apesar do pouco movimento em termos de novos posts, está aumentando em termos de tráfego, tendo recentemente passado, pela primeira vez, os 1000 pageviews em único dia, o que muito nos gratifica.
Postamos então um poema de um autor inédito: Milton Cavutto, irmão do meu amigo Marcos Cavutto.
CARAMUJO
( Milton Carvalho Cavutto – 1962 – [...]
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Posted in hst, lit on Mar 26th, 2009
Poemas Astecas (Traduzidos por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus) )
A flor e o canto
Brotam as flores, estão frescas, medram,
abrem sua corola.
Do teu interior saem as flores do canto:
tu, oh! poeta, as derramas sobre os demais.
Morte fatal
Aonde iremos que morte não haja?
Por isso, chora meu coração.
Tende coragem: ninguém vai [...]
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Posted in hst, lit on Mar 26th, 2009
A Idade Dourada de Tula
(poema histórico asteca. Traduzido por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus) )
Com Quetzalcóatl teve inicio toda a linhagem das artes, tudo o que é técnica. Erguidas estavam as casas: uma era de esmeraldas, outra-era de ouro, outra de conchas vermelhas e outra de caracóis.
Havia [...]
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Posted in hst, lit on Mar 26th, 2009
O quinto Sol (poema épico-sacro asteca. Traduzido por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus)
Quatro anos havia ardido o forno sagrado em Teotihuacan.
É o Deus da Vida e o Deus do Tempo chamam a Nanáhuatl, o deus chagado e lhe dizem:
- Tu deves sustentar agora o céu e a terra!
O [...]
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