<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" ><channel><title>Blog do Miguel &#187; direito administrativo</title> <atom:link href="http://blog.cybershark.net/miguel/tag/direito-administrativo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://blog.cybershark.net/miguel</link> <description>Resumos, ensaios e indicações do professor Miguel, dono do site Consciencia.org</description> <lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 16:33:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator> <item><title>Das Leis e dos Juristas &#8211; Montaigne</title><link>http://blog.cybershark.net/miguel/2010/01/29/das-leis-e-dos-juristas-montaigne/</link> <comments>http://blog.cybershark.net/miguel/2010/01/29/das-leis-e-dos-juristas-montaigne/#comments</comments> <pubDate>Fri, 29 Jan 2010 05:27:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel</dc:creator> <category><![CDATA[fv246]]></category> <category><![CDATA[curso direito]]></category> <category><![CDATA[curso juridico dicionario juridico]]></category> <category><![CDATA[direito administrativo]]></category> <category><![CDATA[direito civil]]></category> <category><![CDATA[direito constitucional]]></category> <category><![CDATA[direito penal]]></category> <category><![CDATA[frases juristas]]></category> <category><![CDATA[inventário]]></category> <category><![CDATA[juridico negocio juridico]]></category> <category><![CDATA[juristas brasileiros]]></category> <category><![CDATA[linguagem jurídica]]></category> <category><![CDATA[modelo testamento]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[sucessão]]></category> <category><![CDATA[testamentária]]></category> <category><![CDATA[testamenteiro]]></category> <category><![CDATA[testamento código civil]]></category> <category><![CDATA[testamento cerrado]]></category> <category><![CDATA[testamento particular]]></category> <category><![CDATA[testamento público]]></category> <category><![CDATA[universo juridico]]></category> <category><![CDATA[verbo juridico]]></category><guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/miguel/?p=924</guid> <description><![CDATA[Excertos dos Ensaios de Montaigne Das leis .. .Tem a razão tantas formas que não sabemos a qual apegar-nos; assim também a experiência. A conseqüência que queremos tirar da observação dos acontecimentos não é segura, tanto mais quanto são eles sempre disse-melhantes. Não há qualidade alguma tão universal, nessa imagem das coisas, como a variedade, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Excertos dos Ensaios de Montaigne<br /> <strong>Das leis</strong></p><p>.. .Tem a razão tantas formas que não sabemos a qual apegar-nos; assim também a experiência. A conseqüência que queremos tirar da observação dos acontecimentos não é segura, tanto mais quanto são eles sempre disse-melhantes. Não há qualidade alguma tão universal, nessa imagem das coisas, como a variedade, a diversidade&#8230;</p><p>Não me agrada entretanto a opinião daquele que imaginava, através de uma multidão de leis, orientar precisamente a autoridade dos juizes dentro de jurisdições predeterminadas; não percebia que há tanta liberdade e elasticidade na interpretação quanto na feitura das leis&#8230; Ainda deixamos tanta latitude para a opinião dos juizes, e sua decisão, que não houve jamais liberdade tão grande e licenciosa. Que adiantou aos nossos legisladores a escolha de cem mil exemplos e fatos específicos a fim de dar a cada um uma lei? Êsse número ainda não está em proporção com a variedade infinita das ações humanas. Multiplique-se o número por cem e nem assim acontecerá que entre os acontecimentos porvindouros nenhum exista que não possa, entre todos os exemplos escolhidos, emparelliar-se a tal ponto que não sobre lugar para a interpretação; sempre haverá circunstâncias e diferenças que exijam consideração especial no julgamento. Há pequena relação entre nossas ações, em perpétua mutação, e as leis que são fixas e imóveis. As leis mais úteis são as mais simples e gerais; e quanto menor número melhor; e em verdade creio que seria mais desejável não ter leis do que tê-las em tão grande quantidade como nos acontece.</p><p>A natureza no-las outorga sempre mais felizes do que aquelas que nós nos damos&#8230;</p><p>(Livro III, cap. 13: Da experiência).<br /> <strong><br /> Dos juristas</strong></p><p>Por que nossa linguagem comum, tão acessivel a qualquer uso, se torna obscura e ininteligível em um contrato ou testamento? E por que quem se exprime claramente no que quer que diga ou escreva não encontra então jeito de se expressar sem hesitações ou contradições? É sem dúvida porque os mestres nessa arte, aplicando-se com particular atenção na seleção das palavras solenes e das cláusulas requintadas, tanto pesam cada sílaba, tanto acertam cada juntura, que se atolam afinal e se embrulham numa infinidade de imagens e sutilezas. Não podem assim encaixá-los em nenhum regulamento ou prescrição nem torná-los de modo algum inteligíveis&#8230;</p><p>(Idem).<br /> Trad. de Milliet. Bib. do Pensamento vivo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.cybershark.net/miguel/2010/01/29/das-leis-e-dos-juristas-montaigne/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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