<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" ><channel><title>Blog do Miguel &#187; poemas de amizade</title> <atom:link href="http://blog.cybershark.net/miguel/tag/poemas-de-amizade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://blog.cybershark.net/miguel</link> <description>Resumos, ensaios e indicações do professor Miguel, dono do site Consciencia.org</description> <lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 16:33:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator> <item><title>Poemas dos pregões do Recife, de Deolindo Tavares</title><link>http://blog.cybershark.net/miguel/2010/01/19/poemas-dos-pregoes-do-recife-de-deolindo-tavares/</link> <comments>http://blog.cybershark.net/miguel/2010/01/19/poemas-dos-pregoes-do-recife-de-deolindo-tavares/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Jan 2010 17:14:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel</dc:creator> <category><![CDATA[lit]]></category> <category><![CDATA[bassoura]]></category> <category><![CDATA[beiju]]></category> <category><![CDATA[cana caiana]]></category> <category><![CDATA[cartas de amor]]></category> <category><![CDATA[cuscuz]]></category> <category><![CDATA[declaração de amor]]></category> <category><![CDATA[folclore brincadeiras]]></category> <category><![CDATA[folclore comidas tipicas]]></category> <category><![CDATA[folclore da região norte]]></category> <category><![CDATA[folclore danças]]></category> <category><![CDATA[folclore lendas]]></category> <category><![CDATA[folclore wikipedia]]></category> <category><![CDATA[frases de amor]]></category> <category><![CDATA[fruta pitomba]]></category> <category><![CDATA[habilitação pregão]]></category> <category><![CDATA[história da tapioca]]></category> <category><![CDATA[historia de recife]]></category> <category><![CDATA[lendas]]></category> <category><![CDATA[mapa de recife]]></category> <category><![CDATA[mensagens de amor]]></category> <category><![CDATA[mução pitomba]]></category> <category><![CDATA[musicas folcloricas]]></category> <category><![CDATA[origem da tapioca]]></category> <category><![CDATA[pensamentos de amor]]></category> <category><![CDATA[pernambuco]]></category> <category><![CDATA[pitanga]]></category> <category><![CDATA[pitomba pitombeira]]></category> <category><![CDATA[poemas de amizade]]></category> <category><![CDATA[poesias de amor]]></category> <category><![CDATA[praias de recife]]></category> <category><![CDATA[pregão eletrônico]]></category> <category><![CDATA[pregão licitação]]></category> <category><![CDATA[pregão lote]]></category> <category><![CDATA[receita tapioca]]></category> <category><![CDATA[recife fotos]]></category> <category><![CDATA[recife hoteis]]></category> <category><![CDATA[recife turismo]]></category> <category><![CDATA[tapioca calorias]]></category> <category><![CDATA[tapioca doce]]></category> <category><![CDATA[tapioca salgada]]></category> <category><![CDATA[vassoura eletrica]]></category> <category><![CDATA[vassoura feiticeira]]></category> <category><![CDATA[vassoura mágica]]></category> <category><![CDATA[vassoura mecanica]]></category> <category><![CDATA[vassoura noviça]]></category> <category><![CDATA[vassoura philips]]></category> <category><![CDATA[versos de amor]]></category><guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/miguel/?p=893</guid> <description><![CDATA[Deolindo Tavares nasceu no Recife em 1918 e faleceu no Rio de Janeiro em 1942. Seus &#8220;Pregões do Recife&#8221; foi publicaem do Poesias. Fonte: Presença Poética do Recife, de Ediberto Coutinho (org). A NEGRA DA TAPIOCA Tapioca quentinha, Sinhô, feita na vista de Sinhá, foram estas mãos, acredite Sinhô, quem ralou o coco pra Sinhá. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Deolindo Tavares nasceu no Recife em 1918 e faleceu no Rio de Janeiro em 1942. Seus &#8220;Pregões do Recife&#8221; foi publicaem do <i>Poesias</i>. Fonte: Presença Poética do Recife, de Ediberto Coutinho (org).</p><h2>A NEGRA DA TAPIOCA</h2><p>Tapioca quentinha, Sinhô,<br /> feita na vista de Sinhá,<br /> foram estas mãos, acredite Sinhô,<br /> quem ralou o coco pra Sinhá.</p><p>Me compre, me compre Sinhô,<br /> tapioca quentinha pra cear,<br /> está quentinha, cheirosa, Sinhô,<br /> feitinha mesmo pra Sinhá.</p><p>Tapioca quentinha, Sinhô, etc. etc.</p><p>A noite desceu depressa, Sinhô,<br /> e estou com muito medo, Sinhá.<br /> Volto sozinha para casa, Sinhô,<br /> e ninguém tenho pra me acompanhar.</p><p>Tapioca quentinha, Sinhô,<br /> tão cheirosa como o corpo branco de Sinhá;<br /> me compre, por Deus, me compre Sinhô,<br /> me leve, me leve pra Sinhá.</p><p>Tapioca quentinha, Sinhô, etc. etc.</p><h2>A NEGRA DO MANGUZÁ</h2><p>Manguzá, manguzá, feitinho por Iaiá,<br /> a sombra do Terço, à luz do luar &#8230; (bis)</p><p>Sinhazinha, vá correndo, vá chamar Sinhá,<br /> pra ver se hoje ela quer me comprar;<br /> Sinhazinha, vá correndo, vá chamar Sinhá,<br /> manguzá mais gostoso do que o meu não há.</p><p>Manguzá, manguzá, feitinho por Iaiá, etc. etc.</p><p>A noite está escura que nem breu,<br /> E os olhos da negra só vêem assombração;<br /> É alma penada de gente da Holanda<br /> que se matou de amor, meu Deus, é assombração.</p><p>Manguzá, manguzá, feitinho por Iaiá, etc. etc.</p><h2>O VASSOUREIRO</h2><p>Vassorê, ê vassorê, espanador, vasculhador,<br /> esteira d&#8217;Angola, vassoura de piaçaba<br /> raspa-coco e grelha. . .</p><p>Com a palha do coqueiro eu mesmo teci,<br /> seu preço minha freguesa pode dar;<br /> teci com os olhos perdidos ao longe,<br /> nas ondas verdes das praias do mar.</p><p>Vassorê, ê vassorê, etc. etc.</p><p>Com o pensamento no meu amor,<br /> Feri as mãos nas pedras do mar;<br /> Cada furinho deste ralo, freguesa,<br /> são beijos que eu nunca pude dar.</p><p>Vassorê, ê vassorê, etc. etc.</p><h2>O VENDEDOR DE PITOMBA</h2><p>Oi, chora menino pra comprá pitomba,<br /> Oi, chora menino pra comprá pitomba (bis)</p><p>Tem da verde, da madura,<br /> tem cacho doce e de amargar;<br /> chame depressa sua mãe, meu menino,<br /> sei que você quer me comprar.</p><p><img src="http://www.interpoetica.com/imagens/deolindo_tavares.jpg" alt="Deolindo Tavares" /><br /> Oi, chora menino pra comprá pitomba. . . (bis)</p><p>Compre um cacho de pitomba madura,<br /> mas não engula o caroço, por favor;<br /> você pode adoecer, meu menino,<br /> e assim eu vou perder o comprador.</p><p>Oi, chora menino pra comprá pitomba. . . (bis)</p><h2>ROLETE DE CANA CAIANA</h2><p>Rolete, rolete de cana caiana,<br /> chegadinha do Brejo de Deus e de Santana. . .</p><p>Me compre, menina, está doce que nem mel,<br /> seu amor dirá depois<br /> numa folha de papel:</p><p>&#8220;Quero casar com você, meu bem,<br /> e lhe envio esta flor, meu bem,<br /> mando também cinco beijos vezes cinco, meu<br /> pra boca do meu amor, também&#8221;.</p><p>Rolete, rolete de cana caiana. . . etc., etc.</p><p>Menina, menina, menina faceira,<br /> prova um rolete de cana caiana,<br /> e com teus lábios bem sujos, bem doces,</p><p>vai correndo depressa beijar<br /> a boca daquele que diz te amar.</p><p>Rolete, rolete de cana caiana,<br /> chegadinha do Brejo de Deus e de Santana. . .</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.cybershark.net/miguel/2010/01/19/poemas-dos-pregoes-do-recife-de-deolindo-tavares/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>CARAMUJO &#8211; Poema Inédito de Milton Carvalho Cavutto</title><link>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/09/09/caramujo-poema-inedito-de-milton-carvalho-cavutto/</link> <comments>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/09/09/caramujo-poema-inedito-de-milton-carvalho-cavutto/#comments</comments> <pubDate>Wed, 09 Sep 2009 22:31:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel</dc:creator> <category><![CDATA[ab]]></category> <category><![CDATA[lit]]></category> <category><![CDATA[autores inéditos]]></category> <category><![CDATA[caracol]]></category> <category><![CDATA[caracol chocolates]]></category> <category><![CDATA[caracol molusco]]></category> <category><![CDATA[caracol noticias]]></category> <category><![CDATA[caracol radio]]></category> <category><![CDATA[caramujo]]></category> <category><![CDATA[formiga]]></category> <category><![CDATA[frases]]></category> <category><![CDATA[lesma]]></category> <category><![CDATA[lesma doença]]></category> <category><![CDATA[lesma sal]]></category> <category><![CDATA[minhoca]]></category> <category><![CDATA[moluscos]]></category> <category><![CDATA[ostra]]></category> <category><![CDATA[pensamentos]]></category> <category><![CDATA[poemas de amizade]]></category> <category><![CDATA[poemas famosos]]></category> <category><![CDATA[poemas fernando pessoa poesias]]></category> <category><![CDATA[poemas novos]]></category> <category><![CDATA[poemas românticos]]></category> <category><![CDATA[poemas sobre a vida]]></category> <category><![CDATA[poesias inéditas]]></category> <category><![CDATA[polvo]]></category> <category><![CDATA[textos bonitos]]></category> <category><![CDATA[textos para reflexao]]></category> <category><![CDATA[versos]]></category><guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/miguel/?p=659</guid> <description><![CDATA[O blog, apesar do pouco movimento em termos de novos posts, está aumentando em termos de tráfego, tendo recentemente passado, pela primeira vez, os 1000 pageviews em único dia, o que muito nos gratifica. Postamos então um poema de um autor inédito: Milton Cavutto, irmão do meu amigo Marcos Cavutto. CARAMUJO ( Milton Carvalho Cavutto [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O blog, apesar do pouco movimento em termos de novos posts, está aumentando em termos de tráfego, tendo recentemente passado, pela primeira vez, os 1000 pageviews em único dia, o que muito nos gratifica.</p><p>Postamos então um poema de um autor inédito: <a href="http://ximiringue.blogspot.com/2009/06/algumas-coisinhas-do-milton.html">Milton Cavutto</a>, irmão do meu amigo Marcos Cavutto.</p><blockquote><p> <strong>CARAMUJO</strong><br /> ( Milton Carvalho Cavutto &#8211; 1962 &#8211; 2006)</p><p> Sou um pobre caramujo<br /> Tenho essa vida mesma<br /> Sentindo a pressa da lesma<br /> E todos me vêem sujo</p><p> Tenho  mesmo essa carcaça<br /> Aparência  de molusco<br /> Sou singular e fosco<br /> Feito casulo  da traça</p><p> Me basto  ensimesmado<br /> Minha boca é que me grita<br /> Até ser hermafrodita<br /> Carece de outro ao lado.</p></blockquote> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/09/09/caramujo-poema-inedito-de-milton-carvalho-cavutto/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>mais poesias pequenas dos astecas</title><link>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/26/mais-poesias-pequenas-dos-astecas/</link> <comments>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/26/mais-poesias-pequenas-dos-astecas/#comments</comments> <pubDate>Thu, 26 Mar 2009 14:24:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel</dc:creator> <category><![CDATA[hst]]></category> <category><![CDATA[lit]]></category> <category><![CDATA[amizade verdadeira]]></category> <category><![CDATA[carpe diem texto]]></category> <category><![CDATA[frases de amizade]]></category> <category><![CDATA[mitologia indígen]]></category> <category><![CDATA[poemas de amizade]]></category> <category><![CDATA[poemas de reflexão]]></category> <category><![CDATA[poesias de amizade]]></category> <category><![CDATA[poesias de amos]]></category> <category><![CDATA[poesias românticas]]></category> <category><![CDATA[povos pré-cabralinos]]></category> <category><![CDATA[textos bonitos]]></category> <category><![CDATA[textos de amizade]]></category> <category><![CDATA[textos de reflexão]]></category> <category><![CDATA[textos sobre a morte]]></category> <category><![CDATA[versos de amizade]]></category><guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/miguel/?p=595</guid> <description><![CDATA[Poemas Astecas (Traduzidos por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus) ) A flor e o canto Brotam as flores, estão frescas, medram, abrem sua corola. Do teu interior saem as flores do canto: tu, oh! poeta, as derramas sobre os demais. Morte fatal Aonde iremos que morte não haja? Por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="display: block; margin: 10px 30px 0 30px; padding: 2px 10px 5px 10px; border-top: 4px solid #333; color: #333; background: #C3D4DF;"><div style="float:right;"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_3Ojximob-0A/SEb4_1NZyvI/AAAAAAAACls/ZEyMTlVQx-8/s400/1MAGEM.jpg" alt="astecas" /><br /><img src="http://www.klepsidra.net/klepsidra6/escultura.jpg" alt="escultura indígena asteca" /></div><p>Poemas Astecas (Traduzidos por Garibay<em> apud </em> Djalma Sayão Lobato <em>in</em> <u>A civilização Asteca</u>, Ed. Hemus) )<br /> <strong>A flor e o canto</strong></p><p>Brotam as flores, estão frescas, medram,<br /> abrem sua corola.</p><p>Do teu interior saem as flores do canto:<br /> tu, oh! poeta, as derramas sobre os demais.</p><p><strong><br /> Morte fatal</strong><br /> Aonde iremos que morte não haja?<br /> Por isso, chora meu coração.<br /> Tende coragem: ninguém vai viver aqui!<br /> Mesmo os príncipes são levados pela morte:<br /> assim, desolado está meu coração.<br /> Tende coragem: ninguém vai viver aqui!</p><p>Beleza do canto<br /> Choveram esmeraldas;<br /> já nasceram as flores:<br /> é teu canto.</p><p>Quando tu o elevas em México,<br /> o sol ilumina.</p><p><strong>A amizade </strong></p><p>Qual pena de quetzal, flagrante flor,<br /> a amizade se estremece:<br /> como penas de garça, em galas se entremeia.<br /> Uma ave que rumora qual cascavel é nosso canto: que lindo o entoas!<br /> Aqui, entre flores que nos formam resguardo,<br /> entre ramos floridos os estás cantando.</p><p><strong>Gozo efêmero</strong></p><p>Permitamo-nos gozar, amigos meus:<br /> venham aqui os abraços!<br /> Em terra florida estamos andando<br /> e não há quem possa pôr-lhe fim. A flor e o canto se estendem<br /> lá na Casa do Sol.</p><p>Só por breve tempo vivemos nesta terra.<br /> Não será assim sempre: espera-nos a região do mistério&#8230;<br /> Lã existe alegria? Lá existe amizade?<br /> Oh! não, só nesta terra<br /> viemos a conhecer-nos.</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/26/mais-poesias-pequenas-dos-astecas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>POEMA DE PIERRE DE RONSARD &#8211; Poemas franceses traduzidos</title><link>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/18/poema-de-pierre-de-ronsard-poemas-franceses-traduzidos/</link> <comments>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/18/poema-de-pierre-de-ronsard-poemas-franceses-traduzidos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Mar 2009 03:58:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel</dc:creator> <category><![CDATA[lit]]></category> <category><![CDATA[la pleiade]]></category> <category><![CDATA[ouvres poétiques]]></category> <category><![CDATA[Pierre Ronsard]]></category> <category><![CDATA[poema e poesia]]></category> <category><![CDATA[poemas de amizade]]></category> <category><![CDATA[poemas de amor]]></category> <category><![CDATA[poemas renascentista]]></category> <category><![CDATA[poemas românticos]]></category> <category><![CDATA[poesia renascentista francesa]]></category> <category><![CDATA[tradução de poemas franceses]]></category><guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/miguel/?p=444</guid> <description><![CDATA[POEMA DE PIERRE DE RONSARD Donc, si vous me croyez, Mignonne, Tandis que votre âge fleuronne En sa plus verte nouveauté, Cueillez, cueillez votre jeunesse: Comme à cette fleur, la vieillesse Fera ternir votre beauté. (RONSARD, Pierre de &#8211; Oeuvres poétiques. Paris, Larousse, Col. Classiques Larousse, 1972, p. 94-95) TRADUÇÃO Meu conselho é, pois,amor, Que, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>POEMA DE PIERRE DE RONSARD<br /> Donc, si vous me croyez, Mignonne,<br /> Tandis que votre âge fleuronne<br /> En sa plus verte nouveauté,<br /> Cueillez, cueillez votre jeunesse:<br /> Comme à cette fleur, la vieillesse<br /> Fera ternir votre beauté.<br /> (RONSARD, Pierre de &#8211; Oeuvres poétiques. Paris, Larousse, Col. Classiques Larousse, 1972, p. 94-95)</p><p>TRADUÇÃO</p><p>Meu conselho é, pois,amor,<br /> Que, enquanto na vida em flor,<br /> Encantos possam sobrar-te:<br /> Colhe, colhe a mocidade,<br /> Pois como à rosa a idade<br /> Da beleza há de privar-te.<br /> (Trad. de R. Magalhães Jr. IN &#8211; IDEM<br /> (org.) -O livro de ouro da poesia<br /> da França Rio de Janeiro,<br /> Editora Tecnoprint S.A.(s.d.), Col. Universidade de Bolso,p.282)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/18/poema-de-pierre-de-ronsard-poemas-franceses-traduzidos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>textos sobre Ronsard</title><link>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/17/textos-sobre-ronsard/</link> <comments>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/17/textos-sobre-ronsard/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Mar 2009 01:13:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel</dc:creator> <category><![CDATA[lit]]></category> <category><![CDATA[la pleiade]]></category> <category><![CDATA[ouvres poétiques]]></category> <category><![CDATA[Pierre Ronsard]]></category> <category><![CDATA[poema e poesia]]></category> <category><![CDATA[poemas de amizade]]></category> <category><![CDATA[poemas de amor]]></category> <category><![CDATA[poemas renascentista]]></category> <category><![CDATA[poemas românticos]]></category> <category><![CDATA[poesia medieval francesa]]></category> <category><![CDATA[tradução de poemas franceses]]></category><guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/miguel/?p=437</guid> <description><![CDATA[TEXTO 3 &#8220;Os Amours de Marie só tomarão sua forma definitiva em 1578, com a publicação do Tombeau de Marie. Na verdade, trata-se de um artifício de Ronsard para recolocar , em um ciclo pessoal , um conjunto de poesias compostas por dever de cprtesão, quando da morte da princesa Marie de Clèves , amante [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="display: block; margin: 10px 30px 0 30px; padding: 2px 10px 5px 10px; border-top: 4px solid #333; color: #333; background: #C3D4DF;"> TEXTO 3<br /> &#8220;Os Amours de Marie só tomarão sua forma definitiva em 1578, com a publicação do Tombeau de Marie. Na verdade, trata-se de um artifício de Ronsard para recolocar , em um ciclo pessoal , um conjunto de poesias compostas por dever de cprtesão, quando da morte da princesa Marie de Clèves , amante de Henri III , desaparecida bruscamente , no momento em que este sobe ao trono. Isto não impede, entre muitas imitações superficiais de Petrarca, o extraordinário êxito do soneto: &#8220;Comme on voit /&#8230;/&#8221;.<br /> A imagem da mulher flor atinge, então, seu supremo grau de graça e perfeição, enquanto que a emoção muito comum e humana diante do ser jovem e bonito quê a morte destrói, conserva o pudor todo clássico das estelas/funerárias áticas.&#8221;(WEBER, Henri -&#8221;De Clément Marot à Ronsard&#8221; In ABRAHAM,Pierre &#038; DESNE,Roland ( dir.) -Manuel d&#8217;histoire littéraire de la France , Tome I: PA YEN, Jean Charles &#038; WEBER, Henri(dir.) -Des origines à 1600 . Paris ,Editions Sociales , 1971,p.502, trad. de G.P. Passos)</p><p>TEXTO 4<br /> &#8220;Como não se vive impunemente sua época, Ronsard conheceu a servidão da condição de poeta do século XVI e, sobretudo, da doutrina da imitação. Sua obra se caracteriza por uma série de retomadas : o homem, o mundo, a natureza, a glória, o heroísmo, a grandeza , tantos motivos de escola, em torno dos quais gira, desde sempre, a inspiração dos poetas. Ronsard é um grande poeta, não porque inventa temas novos, mas porque retoma , como mestre, temas antigos. Seu segredo está no ímpeto de retomar, por sua conta , as verdades eternas da poesia . Assim como os outros poetas humanistas, Ronsard não se preocupa em nos fazer crer que sua fonte Bellerie nada deve à &#8220;fons Bandusine&#8221; de Horácio; ele está persuadido de que o modelo antigo amplifica a ressonância de sua própria criação.&#8221;BALMAS, Enea &#8211; &#8220;Ronsard&#8221;.In BALMAS, Enea &#038; Giraud , Yves -De Villon à Ronsard. Nouv.éd.,Paris, Arthaud,1991, Col. Littérature Française,2,p.353, trad. de G. P. Passos)</p><p>BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:MERQUIOR, José Guilherme &#8211; &#8220;Quand vous serez bien vieille&#8221;. Em seu Razão do poema / Ensaios de crítica e estética.Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira S. A.,1965,p.l02-115.<br /> ACHCAR, Francisco &#8211; Lírica e lugar-comum /Alguns temas de Horácio e sua presença em português. São Paulo, Edusp, 1994 (Col. Ensaios de cultura,4).</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/17/textos-sobre-ronsard/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>poema francês de ronsard e tradução</title><link>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/17/poema-frances-de-ronsard-e-traducao/</link> <comments>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/17/poema-frances-de-ronsard-e-traducao/#comments</comments> <pubDate>Tue, 17 Mar 2009 18:20:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Miguel</dc:creator> <category><![CDATA[lit]]></category> <category><![CDATA[la pleiade]]></category> <category><![CDATA[ouvres poétiques]]></category> <category><![CDATA[Pierre Ronsard]]></category> <category><![CDATA[poema e poesia]]></category> <category><![CDATA[poemas de amizade]]></category> <category><![CDATA[poemas de amor]]></category> <category><![CDATA[poemas renascentista]]></category> <category><![CDATA[poemas românticos]]></category> <category><![CDATA[poesia medieval francesa]]></category> <category><![CDATA[tradução de poemas franceses]]></category><guid isPermaLink="false">http://blog.cybershark.net/miguel/?p=435</guid> <description><![CDATA[TEXTO 2 &#8220;Comme on voit sur la branche au móis de Mai la rose, En sa belle jeunesse, en sa première fleur, Rendre le ciei plus jaloux de sa vive couleur, Quand l&#8217;Aube , de ses pleurs, au point de jour l&#8217;arrose; La Grâce dans sa feuille, et 1&#8242;Amour se repose, Embaumant les jardins et [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div style="display: block; margin: 10px 30px 0 30px; padding: 2px 10px 5px 10px; border-top: 4px solid #333; color: #333; background: #C3D4DF;"> TEXTO 2</p><p>&#8220;Comme on voit sur la branche au móis de Mai la rose,<br /> En sa belle jeunesse, en sa première fleur,<br /> Rendre le ciei plus jaloux de sa vive couleur,<br /> Quand l&#8217;Aube , de ses pleurs, au point de jour l&#8217;arrose;<br /> La Grâce dans sa feuille, et 1&#8242;Amour se repose,<br /> Embaumant les jardins et les arbres d&#8217;odeur;<br /> Mais,battue ou de pluie ou d&#8217;excessive ardeur(*),       (* )chaleur<br /> Languissante, elle meurt, feuille à feuille déclose;<br /> Ainsi, en ta première et jeune nouveauté,<br /> Quand la terre et le ciei honoraient ta beauté<br /> La Parque t&#8217;a tuée, et cendre tu reposes.<br /> Pour obsèques reçois mes larmes et mes pleurs.<br /> Ce vase plein de lait, ce panier plein de fleurs.<br /> Afia que, vif et mort, ton corps ne soit que roses.&#8221;<br /> (RONSARD, Pierre de &#8211; Ouvres poétiques. Paris, Larousse, Col. Classiques Larousse , 1972, p. 141-142).</p><p>TRADUÇÃO</p><p>Como se vê nos galhos, em pleno maio, a rosa.<br /> Em sua bela juventude, em sua primeira flor,<br /> Tornar o céu mais ciumento de sua viva cor,<br /> Quando a Aurora, com seus prantos, ao nascer do dia a asperge;<br /> A Graça, em sua folha, assim como o Amor, repousa,<br /> Perfumando os jardins e as árvores de odor;<br /> Mas atingida pela chuva ou calor excessivo,<br /> Lânguida ela morre, aberta folha por folha;<br /> Assim em tua primeira e jovem novidade,<br /> Quando a terra e o céu honravam tua beleza,<br /> A Parca te matou e, cinzas , tu repousas.<br /> Por exéquias recebe minhas lágrimas e prantos,<br /> Este vaso pleno de leite, este cesto pleno de flores,<br /> Para que, vivo e morto, teu corpo seja apenas rosas.<br /> (Trad. livre de G.P. Passos)</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.cybershark.net/miguel/2009/03/17/poema-frances-de-ronsard-e-traducao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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