Blog do Miguel

16 Feb

A busca aqueológica das pirâmides da Amazônia

Ciência – Veja – 1° de Agosto de 1979 O enigma da floresta Numa imensa planície amazônica, no alto rio Negro, três morros em forma de pirâmide — que o exame das fotos indica serem um capricho geológico No sopé da Serra do Gurupira, no alto rio Negro, três morrotes dis­postos em forma triangular mere­ciam [...]

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14 Jan

Copan – Centro Cultural dos Maias

III A BACIA DO MOTAGUA Copán Junto com Tikal e Palenke, Copán constitui um dos pontos altos da civilização maia e representa um dos três vértices do que conviria denominar-se o “Triângulo Maia Clássico”, em cujo interior está compreendido praticamente tudo de essencial da área central. Apesar de sua posição geográfica relativamente afastada de Petén [...]

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14 Jan

A astronomia maia, o calendário maia e a escrita dos maias

 

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27 Jun

Guerreiros da Liberdade – Documentário sobre os índios guarani de SC

Estou vendo este documentário sobre os índios Mbyá guarani de Santa Catarina, postado no youtube com uma boa qualidade e indicado pelo Férias Floripa. Na parte 1, várias coisas já ~são dignas de atenção. Por exemplo, além dos belos cantos tradicionais, há uma sessão legítima de relato de um mito, o Mito do Herói Criador, [...]

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26 Mar

mais poesias pequenas dos astecas

Poemas Astecas (Traduzidos por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus) ) A flor e o canto Brotam as flores, estão frescas, medram, abrem sua corola. Do teu interior saem as flores do canto: tu, oh! poeta, as derramas sobre os demais. Morte fatal Aonde iremos que morte não haja? Por [...]

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26 Mar

A Idade Dourada de Tula – poema histórico asteca

A Idade Dourada de Tula (poema histórico asteca. Traduzido por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus) ) Com Quetzalcóatl teve inicio toda a linhagem das artes, tudo o que é técnica. Erguidas estavam as casas: uma era de esmeraldas, outra-era de ouro, outra de conchas vermelhas e outra de caracóis. [...]

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26 Mar

O quinto Sol – poema épico-sacro asteca

O quinto Sol (poema épico-sacro asteca. Traduzido por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus) Quatro anos havia ardido o forno sagrado em Teotihuacan. É o Deus da Vida e o Deus do Tempo chamam a Nanáhuatl, o deus chagado e lhe dizem: – Tu deves sustentar agora o céu e [...]

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