Posted in fv246 on Feb 2nd, 2010
Para bem viver – Michel de Montaigne (1533-1592)
…Assim viveram os sábios: e essa inimitável aplicação à virtude, que nos impressione em tal ou qual Catão, esse humor severo até à importunidade, assim se submeteu e se dobrou às leis da condição humana, às leis de Venus e de Baco.
A complacência e a condescendência assentam [...]
Read Full Post »
Posted in hst, lit on Mar 26th, 2009
Poemas Astecas (Traduzidos por Garibay apud Djalma Sayão Lobato in A civilização Asteca, Ed. Hemus) )
A flor e o canto
Brotam as flores, estão frescas, medram,
abrem sua corola.
Do teu interior saem as flores do canto:
tu, oh! poeta, as derramas sobre os demais.
Morte fatal
Aonde iremos que morte não haja?
Por isso, chora meu coração.
Tende coragem: ninguém vai [...]
Read Full Post »
Posted in lit on Mar 7th, 2009
O POETA
Neste mundo, sou um forasteiro, um estranho; a solidão no imigrante é uma saudade atroz. No entanto, o exílio me faz sempre sonhar com a terra encantada, enquanto as doces imagens duma paisagem quimérica, distante, enchem toda a minha fantasia.
Sou um desconhecido dos meus parentes e amigos; quando com um deles me [...]
Read Full Post »
Posted in lit on Mar 7th, 2009
VISÃO
Quando a noite descia e estendia seu manto sobre a face da terra, deixei o leito e me dirigi para o mar, dizendo de mim para comigo: — “O mar não dorme; no entanto na constante inquietude do mar, inda há consolo para uma alma que não dorme”.
Alcancei a margem, e já a neblina baixava [...]
Read Full Post »
Posted in fv246 on Feb 28th, 2009
“Estado chama-se o mais frio de todos os monstros frios. Mente friamente, e eis aqui a mais mesquinha mentira que sai de sua boca: “Eu, o Estado, sou o Povo”. Mentira! Os que criaram os povos e suspenderam sobre eles uma fé e um amor, eram criadores: serviram à vida. Os [...]
Read Full Post »