Ó povo ingrato!
Posted in I don't believe in categories on June 10th, 2008Tinha um post meu com erro de digitação desde Setembro do ano passado, e ninguém pra notar??
Depois reclamam que eu não escrevo aqui…
Tinha um post meu com erro de digitação desde Setembro do ano passado, e ninguém pra notar??
Depois reclamam que eu não escrevo aqui…
… E de ter visto isso via RSS, pra poder simplesmente compartilhar…
Como toda a cativa audiência deste blog já sabe, foi a Marina, minha linda sobrinha adotiva (adotamo-nos mutuamente) quem começou a me chamar de “tio Érre” (o que deu início à série de pessoas me chamando de Érre e ao nome deste blog).
E…
Eeeeee…
Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee… (todo mundo já sabe, mas por favor finjam suspense)
Quinta-feira virei titio, agora na linhagem “bp”! :D
[Não é que nem tem cara de joelho?]
Parabéns, Giri e Lok :)
Desde que esqueci o aniversário da minha mãe, há alguns anos, ela sutilmente me lembra com poucos dias de antecedência de qualquer data em que eu deva congratulá-la. Hoje, como bom filho, lembrei de ligar (obrigado, Google Calendar!) e dar os parabéns pelo dias das mães.
Mas aproveito também pra colocar aqui outra homenagem, um sketch de A Bit Of Fry And Laurie, uma série inglesa do começo dos anos 90 mas que só descobri recentemente. Muito boa, com atores (Stephen Fry e Hugh Laurie) fantásticos!
Sem mais delongas:
(Quem não conseguir ver o vídeo embutido na página pode ver no youtube)
A letra (fico devendo - e pretendo pagar logo - a tradução, que requer alguma arte pra não ficar ridícula).
Standin’ on a bus
We packed, shoulder ta shoulder
There were strangers in my face
I could feel it gettin’ colder
Bus doors open,
Nobody get out
Look here a little old woman get on
I start to shout
I said “Get up, Stand up, off of your feet
Make space for the lady, somebody give her a seat!”
She just standin’ there achin
Her whole body shakin’
She stop and fall over
this time she ain’t fakin’
But won’t nobody move
Don’t hear a word I say
So I take a deep breath
It’s time I get my way
Say, “Please!
Don’t make me say it twice
Let’s all get some manners here
Let’s try to be nice.”Be nice… Be nice…
Cause I’m a good ass mother-likerGet home to my bitch
she be waiting all alone
I put water in her bowl
and give her a bone
Neighbors come callin’
Holdin’ out a cup
So I get out the sugar
and I fill it right up
Be nice… Be nice..
Cause I’m a good ass mother liker
O quadro de notícias da Wikipédia informa que o rei Herodes (“O Rei dos Baixinhos“) foi encontrado. Depois de mais de 2.000 anos. Em Herodium.
Nós, a civilização moderna, levamos 2000 anos para encontrar alguém cuja localização leva seu nome. Herodes. Em Herodium. Sério, o que mais faltava, uma descrição detalhada da posição exata do corpo?
*Suspiro*… Havia uma. Um historiador romano, Bigus Dic… Ahn… Flavius Josephus, documentou exatamente a localização do recluso defunto. Literalmente descreveu como chegar lá. Em metros (ou, enfim, furlongs, que na época era tão bom quanto). Incluindo uma caracterização física do local.
O sujeito que finalmente desvendou esta charada passou 35 anos tentando. E, segundo a Wikipédia, o encontrou “exatamente onde Flavius Josephus descreveu”.
Recapitulando: 2.000 anos para achar Herodes em Herodium. 35 anos para o arqueólogo seguir passo a passo instruções precisas da localização do cranícola.
Onde estão os arqueólogos de verdade, que usam chicotes e dissolvem nazistas??
Primeiro, um pouco de História. Em 431 antes de Cristo iniciava-se a “Guerra do Peloponeso”, entre Atenas e a Liga do Peloponeso (encabeçada por Esparta). O episódio costuma ser dividido, didaticamente, em três fases. A primeira, caracterizada por uma séria de ataques de ambos os lados, terminou com a assinatura de um tratado de paz. Sua rápida ruptura deu início à fase seguinte, marcada pelo fracasso espetacular de uma ofensiva ateniense à Sicília. A fase final da Guerra, conhecida como Guerra Jônica, culminou com a derrota final e a capitulação de Atenas em 404 a.C.
Dezenas de séculos depois, a Guerra do Peloponeso é um capítulo importante na História mundial e contribuiu de forma significativa para moldar o cenário sócio-político atual. Não tem, no entanto, qualquer relação palpável com a decisão do meu aquecedor de parar de funcionar, no início desta semana.
Parecia simplesmente que a pilha do acendedor tinha acabado, mas a troca por uma nova não resolveu o problema. Pior é o protecionismo: ele funciona quando a Aline vai tomar banho, mas não quando eu vou!
Na verdade, não detesto visceralmente tomar banho frio. Aliás, prefiro a sensação pós-banho de banho frio à de um quente. Não, não só porque acabou, eu realmente saio mais refrescado, me sinto mais “de banho tomado”. Eu até fico enrolando antes de desligar a água, o banho a essas alturas já está efetivamente gostoso.
Na verdade, toda a metade (para uma definição não-quantitativa de “metade”) do banho a partir do ensaboamento é bem tranquila. Não sei se o ato de ensaboar esquenta o corpo, ou se é só porque passou tempo o bastante para o Simpático resolver ter pena de mim e reagir, fazendo com que eu sinta uma temperatura uns 10 graus acima da real da água, mas quando volto à ducha para enxaguar já não me incomodo mais. Isto não acontece quando eu saio da água só pra passar xampu no cabelo, a volta ainda é desagradável.
Agora, o tempo que eu fico parado juntando coragem pra entrar a primeira vez na água fria faria o Greenpeace mandar ninjas assassinos no meu encalço (assim que eles terminassem de esquartejar bebês-focas)…
Eu me submeto gratuitamente ao ridículo. Parece uma troca justa…
Em minha defesa… Ahn… Bom, não tem defesa :P

Créditos:
Com acesso `a Internet fica bem mais fácil postar no blog…
E todo um feriado pela frente…
E todas as frases terminando em reticências… Hmmm…
Isto me cheira a metapost…
Migrado. Agora só faltam posts…