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Posted in Gimme my category back, you hippies! on December 26th, 20061996 - 2006
w00t! ;)
1996 - 2006
w00t! ;)
Finda a copa, notei que não exerci à altura minha condição de macho-alfa. Não enchi a cara, não assisti lá a muitos jogos (embora tenha assistido os do Brasil, como sempre pela companhia e pelo prazer de xingar desconhecidos) e continuo sem conseguir citar um número decente de jogadores da seleção (exceto os que xinguei com mais freqüência).
Sentindo-me futebolisticamente desajustado, resolvi fazer algo másculo: cookies!
Ficaram com um ligeiro cheiro de queimado (preciso treinar mais o ponto no forno), mas ficaram bons! Gotas de chocolate e tudo mais!
Há tempos que quero fazer cookies. Com tanta coisa pra se cozinhar, parece uma fixação meio besta, mas eram a minha principal motivação para ter uma batedeira - e só serviria uma planetária: Also spracht Alton!
Só que ainda preciso testar variações da receita e conseguir não queimar as bordinhas (sem piadas com roscas, por favor). E cada leva de massa faz 18 cookies. Tirando os que eu eventualmente destruir (que, espero, não serão muitos), haja apetite!
Alguém quer cookies?
(Dia da mulher)++! Finzinho do Carnaval! Comecinho do Carnaval na Bahia! 127 (2^7 - 1) dias pra da queda da Bastilha! Estréia da Barbie! Casamento de Napoleão com Josefina (”Oh queriiiiida, oh queriiiiiida, oh queriiiiiiiiiida Josefina, você éééééé muito bonita, só que teeeeeeem a perna fina”)! Estréia, em Milão, da ópera Nabucco, de Verdi (cujas estrofes iniciais são “Nabucco foi à fonte levando uma funda, e lá encontrou um homem com o dedo Nabuuuuuuucco foi à fonte…”)! E, por falar em Milão, fundação do Inter de lá (sério, who cares?). Início dos primeiros 100 dias do New Deal (MUITA gente se importou com isto)! 42 (!) pessoas morrem no maior acidente de telefericos da história (tudo bem, a história dos teleféricos não deve ser assim tão extensa)! Encontrada a cabine da tripulação da Challenger, com os corpos dos tripulantes! Nasceram Américo Vespúcio, Bobby Fischer e Yuri Gagarin, além de um ou outro notável.
Primeiro eles arrombam a porta do seu carro.
Então eles espalham tudo o que está no seu porta-luvas.
Então eles enfiam uma chave de fenda no seu painel e arrancam o seu rádio.
Então eles acham a frente do rádio debaixo do banco.
Então eles fogem achando que realizaram o roubo do século.
Então você vai pra praia e relaxa, pensando que vai trocar de carro no meio do ano e que não vai mais precisar xingar aquele rádio quebrado que não toca CDs e não sintoniza rádio alguma em metade do seu trajeto habitual.
Suckerrrrrrrrz…
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Pra quem nao reconheceu a citação do título, é da música de abertura do seriado Firefly (recomendo sem restricoes!). Um dia vou fazer um campeonato de achar referencias no meu blog. Ou de explicar titulos :)
Jogador Arbitrário: 3 contra 3 na Dudinka!
Érre: 1, 1, 1…
J.A.: Ha! 2, 4, 5. 3 contra o exército restante na Dudinka.
Érre: 5!
J.A.: 6, 6, 6!
Érre: Damn it…
Érre: Vingança! 3 contra 1 em Vladvostok!
Érre: Gah! 1, 1, 1!!
J.A.: Nem vou me dignar a jogar…
Érre: De novo! 3 contra 1 em Vladvostok!! 6, 5, 5!! Agora vai!
J.A.: 6, defesa tem vantagem do empate! Ha!
Érre: Népussível! Mais! Mais! 3 contra 1 em Vlad…
J.A.: 6, 6, 6!
Érre: Aaaaaaaaaah! 2 contra um!
J.A: 2, 3. Hmmm…
Érre: 1, 2! My lack of God, why hast thou forsaken, me??
J.A.: Vai continuar?
Érre: Ahn… É que…
Coro: 1 pra 1! 1 pra 1! 1 pra 1!
Érre: Glup… Tudo bem… Vamos lá… Não dá pra perder todas, certo?
Érre: 6! 6!! MWAHAHAHAHA! 6!
J.A.: 6 também! Hehehe Trouxa…
J.A.: Vamos lá, golpe de misericórdia, 1 contra 1 no seu último exército no tabuleiro!
J.A.: Putz, 1! Perd…
Érre: Zero!!!
J.A.: Como assim, “zero”?? Não tem zero, no dado!
Érre: Veja por você mesmo…
Érre: Alguém aí quer jogar palitinho?
Depois do (previsivelmente) tétrico “Asterix - O dia em que o céu caiu!” (O Goscinny morreu! Conforme-se, Uderzo!), eu tinha definitivamente jogado a toalha para qualquer “novidade” do mundo dos clássicos quadrinhos franceses (Asterix, Tintin, Lucky Luke, Umpa-pá, Túnicas Azuis etc). O que, aliás, só me faz apreciar mais os antigos.
Mas hoje soube de um excelente “spin-off”. Não, não é uma nova série, ou manuscritos perdidos. É algo mais no estilo “exploração espacial utilizando idéias de Júlio Verne”.
Fabien Cousteau, neto do Jacques Cousteau, criou um submarino no formato de tubarão para conseguir se aproximar dos bicharocos. O legal é que a idéia foi inspirada no álbum “O Tesouro de Rackham, o Terrível”, em que o professor Girassol cria, também, um submarino em forma de tubarão em que o Tintin e o Milu mais tarde exploram o fundo do mar. O Cousteauzinho leu a história quando era criança e ficou com a idéia na cabeça.
Hergé sem dúvida teria ficado honrado :)
… É ter um problema. O que te deixa com dois problemas. E isso é um problema! E agora são 3!
Olha só! Parece que o Google finalmente assumiu a paternidade do Orkut! Você agora entra no Orkut usando sua conta no Google Accounts (pra quem não sabe o que é uma Google Account, é a mesma conta que te permite usar o Gmail: note que, quando você está logado no Gmail, a página do Google mostra, no topo, seu endereço de e-mail do Gmail, além de alguns outros links como “search history” e “my account”).
Será que agora finalmente a qualidade do Orkut vai melhorar?
A propósito: acabo de ouvir de um amigo: “Você viu que fecharam o Orkut pra quem não tem Google Accounts?” O que não é olhar uma questão sob dois pontos de vista, hein? Pensando por este lado, realmente não parece uma mudança tão bem-vinda. Eu tenho Google Account (mais de uma, aliás, já que tenho dois endereços no gmail), estou sempre logado na minha, mas isto faz com que, por exemplo, o Google armazene minhas buscas e seus resultados. Eu não me importo, isso me dá histórico de buscas e refina os meus resultados, mas há quem não queira, quem ache que este armazenamento é uma invasão de privacidade e, portanto, não usa Google Accounts. E aí? Essa pessoa não pode mais usar o Orkut? Não que o Orkut seja um modelo de segurança e privacidade, mas sempre se podem (ou podiam) usar dados falsos.
Que comecem… Bom, elas já estão aí faz tempo. Que venham, então, novas teorias da conspiração!
O sol escaldante faz o suor escorrer sobre meus olhos, borrando um mundo já distorcido. O metal é frio em minhas mãos, e aperto com tanta forca que posso sentir cada imperfeição tentando romper minha pele para penetrar em minha carne. Hoje será definido meu destino.
Na encruzilhada da minha indecisão, posso ganhar liberdade e recuperar minha independência, ou permanecer para sempre enclausurado. Uma grande decisão. E o sol não me deixa pensar. Cada maldito raio atinge meu rosto, querendo me manter imóvel. Como seu eu já não estivesse coagido o suficiente. Meu instinto me impele a obedecer, mas foi justamente seguir o meu instinto que me trouxe à situação em que estou hoje. Mas não mais.
Observo o objeto metálico que seguro com tanta ansiedade. Nem mesmo é inteiramente metálico, mas o sol, sempre o sol, reflete sobre as partes que são e ofusca o que me restava de visão. Neste objeto repousa a solução dos meus problemas. Ou a perpetuação deles. Por atividade ou inatividade, é o divisor de águas. Minhas mãos estão suadas, escorregadias e, com um arrepio, fecho ainda mais os dedos. Um escorregão agora poderia chamar atenção indevida para mim, para o objeto, para o que estou fazendo ali. Ou o que estou prestes a fazer. Ou a não fazer. O sol parece rir da minha incapacidade de transformar em ação aquilo com que sonho há tanto tempo.
Já chega! Vida assim não vale viver! A hora é para grandes atitudes, não para inércia e temores! Um gesto ousado! Soh um, uma inconformidade e o ciclo estará quebrado! O metal em minhas mãos já está quente, mas não importa. Minhas roupas estão encharcadas de suor, tanto pelo calor quanto pela antecipação.
Tenho um sobressalto ao ouvir um leve barulho de passos às minhas costas. Descoberto! E estava tão perto!
- Se você vai ficar olhando pra chave do carro o dia todo, seja útil pelo menos uma vez e vá me comprar um sorvete. O sol está de matar, hoje…
Mulheres. Abaixo a cabeca e ando lentamente em direção à garagem. Um plano comeca a se formar em minha mente, e sorrio com o doce sabor da vingança. Vou comprar sorvete de morango. Ela detesta sorvete de morango…
No último mês e tanto, fui algumas vezes a umas três unidades diferentes do Delboni, para exames diversos. Todas são grandes prédios, imponentes, com grandes placas e estacionamento gratuito, com manobrista, para clientes. Os atendentes são todos uniformizados, muito polidos e claramente treinados. Há quadros elegantes porém discretos nas paredes, painéis visuais e sonoros organizando a espera (que se divide em diversas salas, por especificidade do exame), espelhos d’água sob as escadas. Sistema computadorizado de agendamento e controle de exames (rodando em algum Unix, descobri depois), acesso a resultados via Web.
Com tanto esmero e claramente uma boa dose de investimento, confesso que fiquei surpreso ao entregar o cartão do meu convênio e a atendente não o passar brevemente em um leitor RFID. Ou uma câmera digital com OCR. Nem por um leitor magnético. Nem mesmo aqueles aparelhos mecânicos em que você encaixa o cartão, papel-carbono e puxa uma alavanca para marcar. Acho que eu ficaria satisfeito até se ela digitasse o número do cartão no computador. Ou escrevesse à mão.
Mas ela pegou um daqueles papéis carbonados e colocou sobre o cartão. Daí pegou uma caneta Bic e começou a esfregar no papel! De vez em quando parava pra ver se já estava bom, depois recomeçava. Da primeira vez achei que a máquina poderia estar quebrada ou algo assim, mas foi a mesma coisa todas as vezes. Sempre com uma Bic.
Deve ser muito chique, só eu que não sei…