Tem alguem aí?

Posted in What does this button do? on March 28th, 2007

Se tem, dêem as mãos, vistam seus chapéus de papel-alumínio, tomem seu ki-suko e ATUALIZEM SEUS BOOKMARKS!!!

Inutilmente, porque o endereço (e provavelmente a freqüência dos posts) vai continuar o mesmo. Mas o blog será migrado para o wordpress :)

Coming soon…

Posted in Uncategorized on March 27th, 2007

Tadaaaaaa!!!

Ahn… Já já…

pimentel++

Posted in I don't believe in categories, Run to the hills!, The Bleeding Obvious (of course!) on January 12th, 2007

Bem-vinda :)

2 cool 4 school

Posted in Gimme my category back, you hippies! on December 26th, 2006

1996 - 2006

w00t! ;)

Já vai tarde

Posted in Death, Bizarro Universe and Plagiarism on December 11th, 2006

Tarde demais. Fácil demais.

Augusto José Ramón Pinochet Ugarte. 25 de Novembro, 1915 – 10 de Dezembro, 2006.

Tá tudo muito fácil, alguma coisa tá errada…

Posted in Garoto de programa! on December 2nd, 2006

Isto (o título) foi o que acabei de ouvir aqui no trabalho, para onde vim às 7:30 da manhã acompanhar a execução de uns scripts que fiz como parte de uma migração.

Agora não sei se fico feliz por estar tudo muito fácil ou se já começa a me desesperar porque alguma coisa está errada (e nós nem sabemos ainda o que é)…

Minha fama me precede!

Posted in Death, Bizarro Universe and Plagiarism on November 28th, 2006

Um rápido resumo dos últimos acontecimentos relevantes a este post: o HD do meu computador estava dando sinais claros (mensagens de erro, barulhos, olhares feios) de que em breve seria no more. Como ele ainda estava na garantia, devolvi-o ao meu fornecedor (não sem antes passar algum tempo angustiado procurando onde fazer backup de 160Gb de dados e finalmente apagando metade de seu conteúdo) e fiquei esperando receber um novo. Mesmo antes disso, já não baixava emails há um bom tempo, uma vez que deixei de ter acesso remoto à rede de casa e, usando o webmail, pelo menos podia continuar lendo meus emails. Com tudo isso, minha caixa postal acumulou mais de 6.000 mensagens.

Ja com meu micro utilizável em casa, resolvi comecar a baixá-las, ou pelo menos as de listas e outras que eu não faria questão de ler online durante o horário de trabalho. Abri meu fiel leitor de emails (quem não é tão fiel assim sou eu, já que troquei o que vinha usando há alguns anos pelo de um projeto paralelo com desenvolvimento mais ativo), acessei o servidor IMAP do isnomore.net e tentei selecionar todas as mensagens já lidas da lista python-dev. 15 mensagens foram selecionadas. Não, isto não está certo, eu devo ter no mínimo uma centena de mensagens desta lista. Tentei de novo. Mesma coisa. Tentei com outras listas, foram selecionados números de mensagens diferentes, mas igualmente incompletos.

Caramba, devo ter esquecido alguma peculiaridade na forma de selecionar mensagens. Li a documentação. Nada de novo. Tentei mais um pouco, nada.

Quando tudo mais falha, Google!

E, não surpreendentemente, os primeiros resultados pareciam ser relevantes ao meu problema. Abri um que parecia ir particularmente ao ponto. Era uma mensagem para a lista de usuários do meu leitor de emails. Dei uma lida diagonal. Ele falava sobre seleção de mensagens. Ótimo. Em um intervalo grande. Perfeito. Ele dava exemplos de uso. Fantástico. De quebra, ainda dava uma explicação concisa de cada comando que usava. Excepcional!

Ele estava assinado: “rbp“.

Ahn…

3 anos depois, eu me explicava como resolver um problema que eu já tinha tido antes!

No final das contas, meu problema era outro, que descobri logo em seguida (o mutt - e o mutt-ng - soh tratam mensagens que eles já “visitaram”, num folder IMAP). De qualquer modo, preciso lembrar de me agradecer um dia destes…

Talvez eu esteja no lugar errado…

Posted in Garoto de programa!, Run to the hills! on November 16th, 2006

Acho que meus ~3 persistentes leitores não conhecem o “Joel On Software“. É um blog em que um sujeito chamado Joel fala sobre software (surpreendente, não?).

Bom, ele tem opiniões interessantes e, apesar de eu não concordar com tudo o que ele fala, a leitura sempre vale a pena. Em particular, como programador e dono de uma empresa de software (uma combinação nem sempre funciona, mas parece estar indo bem no caso do Joel), ele tem uma visão naturalmente bastante voltada para o desenvolvedor e de como deve ser um ambiente de trabalho que o favoreça.

O último post do blog fala sobre subversões do conceito de desenvolvimento ágil, mas o que me chamou atenção foi o seguinte (tradução e links meus):


(…) Programadores Ganham Bastante. O motivo por que eles recebem cadeiras Aeron, M&Ms ilimitados, almoços gratuitos na empresa e os computadores animais com monitores LCD de 30 polegadas é para que eles possam lidar com novos bugs que a Microsoft introduziu no código deles ao estragar uma DLL que costumava funcionar.

Sem entrar no mérito específico dos bugs introduzidos pela Microsoft, a mensagem é: programação é um trabalho criativo; é um trabalho difícil; (assumindo que voce tem uma boa equipe, ) mime seus programadores e eles te darão bons resultados.

Atualmente, estou proibido (literalmente) de usar Linux (embora me tivesse sido dito que eu poderia usar, quando recebi a proposta); mesmo no Windows que preciso usar, não posso ter acesso de administrador, ou mesmo usar o Firefox; tem um livro de Java apoiando meu monitor de 15 polegadas; tendo sido contratado para desenvolver C/C++, estou há quase um ano (desde que vim para meu emprego atual) fazendo scripts Perl para resolver problemas de dados inconsistentes. Não vou entrar em mais detalhes porque este texto é público. Mas acho que dá pra ter uma idéia de onde quero chegar: atualmente, tenho de lutar contra a empresa para fazer o que ela me paga (”não bastante”) para fazer. Os entraves à minha produtividade são praticamente todos ativamente impostos por quem cobra que eu seja produtivo.

Será que nenhum dono de empresa por aqui lê o blog do Joel??

E a urna eletrônica ainda pulsa…

Posted in Run to the hills! on October 2nd, 2006

Em São Paulo, primeiro lugar pra deputado federal: Maluf. suspiro… Na seqüência, o colega Celso Russomano. Tá indo bem. Logo abaixo (sem trocadalhos), Clodovil. O terceiro deputado mais votado de São Paulo. Clodovil. Este monumento da política brasileira. E, pra fechar o quarteto fantástico, Enéas (que, sem barba, é ainda mais bizarro que antes, mas, tenho certeza, tão desvairado quanto).

No Senado, de Brasília veio o Roriz (o Maluf de lá), e de Alagoas, tcha-ran! Collor. É. Elle. Expressionante. O Suplicy vai ter trabalho…

Sem falar do Bento Carneiro, novo governador de São Paulo. Pobres paulistas… E o de Brasília é o Arruda. O sujeito assumidamente envolvido na quebra de sigilo das votações no Congresso. Ele assumiu, apareceu chorando na TV e pediu “perdão à população”. Aparentemente funcionou.

Alguém aí tem um país pra me emprestar?

A árvore de Natal morreu.

Posted in Run to the hills! on September 21st, 2006

A plantinha do banheiro de visitas está murcha.

O cactus pequeno que ficava em cima do piano, notei agora, já não está lá faz tempo.

O cactus grande resiste porque a Aline adotou a regra de dar água todo primeiro dia do mês.

Minha suspeita é de que os gatos sobrevivem porque miam…